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	<title>Editorial &#8211; Diário do Distrito</title>
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	<description>O nosso compromisso é a sua informação</description>
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	<title>Editorial &#8211; Diário do Distrito</title>
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		<title>A minha liberdade começa quando acaba a do meu vizinho!</title>
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				<pubDate>Sat, 29 Feb 2020 16:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Autoridades]]></category>
		<category><![CDATA[Pinhal Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&#60; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span> Tive o prazer de ser acompanhado por alguns minutos pelo vereador do MIM da Câmara Municipal de Palmela, José Calado, que me dizia a mim e à equipa que estava comigo a fazer a cobertura daquela guerra campal, que aquele cenário de um autêntico filme de gângsteres de Hollywood, era o retrato da atual sociedade [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&lt; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span><p>Tive o prazer de ser acompanhado por alguns minutos pelo vereador do MIM da Câmara Municipal de Palmela, José Calado, que me dizia a mim e à equipa que estava comigo a fazer a cobertura daquela guerra campal, que aquele cenário de um autêntico filme de gângsteres de Hollywood, era o retrato da atual sociedade civil que temos.</p>
<p>E é uma realidade, pois mais de 100 jovens com idades compreendidas entre os 15 e 20 anos em poucos minutos deixaram a vida normal de uma vila<span style="text-decoration: line-through;">,</span> num autêntico caos, mais parecia um dia daqueles jogos onde duas grandes equipas confrontam-se e as claques também, assim estava a pacata vila de Pinhal Novo.</p>
<p>Aqui o ditado não se aplica, aqui o ditado é esmagado pela falta de coerência das camadas jovens, que em vez de estarem nas escolas ou até nos empregos, não, marcam confrontos pelas redes sociais e esse é o seu objetivo de vida, a delinquência, uma delinquência que vive acima de qualquer lei e de qualquer autoridade.</p>
<p>Infelizmente isto é o resultado do panorama da nossa Assembleia da República, onde temos atualmente de tudo, e quando falo de tudo é nas questões sociais, temos um deputado que leva tudo à frente com radicalismo ao extremo e depois temos outra deputada que o seu objetivo essencial é o incentivo ao ódio e ao racismo.</p>
<p>E pelo meio deputados que fecham coniventemente os olhos a certos casos, mas fazem grandes trágico-comédias quando esses casos ocorrem com figuras públicas.</p>
<p>Claro que casos como o que se passou em Pinhal Novo, vão acontecer mais vezes.</p>
<p>Não existem regras para estes jovens, que em pleno jardim da vila, com a igreja e a casa mortuária onde na altura decorria um velório, provocaram uma autêntica guerra campal, guerra essa que até deu origem a invasões de jovens ao quartel dos bombeiros, à mobilização de dezenas de militares e meios da GNR e ao encerramento de estabelecimentos comerciais.</p>
<p>E tudo isto, mercê das leis em Portugal ficará, como acontece sempre, completamente impune.</p>
<p>Questiono-me muitas vezes, onde estão os valores e a disciplina desta sociedade, que futuro queremos todos nós para os jovens do amanhã? É caso para se dizer: A minha liberdade começa quando acaba a do meu vizinho e vice-versa.</p>
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		<title>Qual a diferença do aeroporto e das dragagens?</title>
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				<pubDate>Thu, 27 Feb 2020 17:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span> Esta semana o meu editorial debruça-se sobre as diferenças nas defesas politico-ambientais.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>As Câmaras Municipais do PCP na Península de Setúbal receberam ordens expressas do Comité para que se posicionem contra o aeroporto que o Governo e a Vinci querem instalar no Montijo.</p>
<p>Mas a questão impõe-se do porquê deste bloqueio das câmaras de Palmela, Setúbal e Sesimbra?</p>
<p>Cinco câmaras contra e quatro a favor do novo aeroporto no Montijo, claro que as ‘do contra’ são todas elas do PCP e segundo a ordem da Margem Norte do Tejo, o voto tinha que ser de bloqueio.</p>
<p>Mas ao analisarmos esses votos, três deles deixam-nos a pensar.</p>
<p>Palmela é um dos municípios que está ao lado dos restantes, a explicação para o bloqueio vai dar todo ele ao mesmo caminho, ambiente e aves, mas ao analisarmos bem toda a situação podemos ver que nos últimos tempos a região de Palmela tem sido fustigada pelo corte de árvores, dou-vos um exemplo, as árvores que estavam localizadas no parque de estacionamento das piscinas de Palmela, todas elas foram arrancadas, até houve vozes populares que se levantaram a gritar pelo PAN e PEV, mas esses se manifestaram.</p>
<p>Depois, para se colocar um monumento que já foi apelidado pelas crianças do ensino básico de Palmela de ET, lá se voltou a cortar uma árvore de grande porte, a desculpa foi a segurança.</p>
<p>Já na freguesia de Pinhal Novo, há quem diga que o presidente da Câmara de Palmela não gosta de palmeiras, tal não foi o vendaval de vozes que se levantaram de residentes em Vila Serena aquando o abate de algumas dessas palmeiras, pese embora neste caso a infestação pelo escaravelho estivesse na necessidade do corte.</p>
<p>Espera-se agora que os lugares vazios possam ser preenchidos por outras espécies arbóreas.</p>
<p>Isto é defender o quê? O ambiente certamente que não o é.</p>
<p>Depois coloca-se outra questão, a Câmara de Palmela faz bloqueio só porque sim? Ainda não se ouviu uma explicação plausível, de que forma afectam os aviões do aeroporto no Montijo a região de Palmela? Talvez o município tenha que gastar mais dinheiro em iluminação de segurança no Castelo de Palmela, mas não me parece que seja esse o problema.</p>
<p>Depois viramo-nos para Setúbal, Maria das Dores Meira, presidente daquele município em tempos, na brincadeira ou mesmo a sério, dizia num evento que não se importava de receber os aviões, porque já estava a receber os navios, depois os paquetes, só faltava mesmo receber aviões.</p>
<p>Também é um dos municípios do PCP que está contra o aeroporto no Montijo, a desculpa volta a levantar vozes e a dizer que é por causa do ambiente. Analisando bem as coisas, a presidente será que está mesmo preocupada com o ambiente?</p>
<p>É que no Sado já morreram golfinhos… será que as dragas nada terão haver com o ambiente?</p>
<p>Temos também que Setúbal tem recebido lixo de grande parte da Europa, já para não falar dos cheiros que certas indústrias lançam há décadas para o ar.</p>
<p>Quais as diferenças? Talvez para a presidente da Câmara de Setúbal não passe mais de um abanar de cabeça para fazer bonito ao seu partido.</p>
<p>Por último, Sesimbra, uma outra Câmara Municipal que levantou o cartão vermelho ao aeroporto do Montijo, e a razão é sempre a mesma, o ambiente.</p>
<p>Será que o senhor presidente conhece bem o seu território? Zona de Santana e Maçã, pleno Parque Natural da Serra da Arrábida, onde existem dezenas de pedreiras, essa indústria é amiga do ambiente?</p>
<p>E aterro a céu aberto, no Zambujal de Cima? E as toneladas de CO2 que são diariamente emitidas em pleno centro histórico de Sesimbra, com a chegada de turistas.</p>
<p>Se isso é ser amigo do ambiente, parece-me que não.</p>
<p>Mas vamos lá seguir a linha diretiva do PCP que é mais bonito bloquear o desenvolvimento económico de uma região que sempre foi o patinho feio da Área Metropolitana de Lisboa. Vejam só que até o terminal de contentores que foi bem aceite nos tempos de Carlos Humberto (CDU) para o Barreiro, até isso ficou pelo caminho.</p>
<p>Na altura, muitos criticaram o saudoso Mário Lino e o seu «jamais! jamais!» para o aeroporto na margem sul do Tejo, mas quer-me parecer que são os mesmos que prefeririam que esta mesma margem continuasse para sempre a ser «o deserto» desse ministro.</p>
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		<title>A queda de um Anjo!</title>
		<link>https://diariodistrito.pt/a-queda-de-um-anjo/</link>
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				<pubDate>Sat, 22 Feb 2020 10:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Autárquicas]]></category>
		<category><![CDATA[Palmela]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&#60; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span> “Testemunhos da verdade, tanto vão de mão em mão, que se perdem com a idade, porque ninguém nasce ensinado, o que apreendi já está errado, não acredito no meu passado”.  Começo hoje com um dos refrões da saudosa banda portuguesa ‘Delfins’, quando em 1987 cantavam para o mundo a “Queda de um Anjo”, isto tudo para [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&lt; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span><p><span data-contrast="auto">“Testemunhos da verdade, tanto vão de mão em mão, que se perdem com a idade, porque ninguém nasce ensinado, o que apreendi já está errado, não acredito no meu passado”</span><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">C</span><span data-contrast="auto">omeço hoje com um dos refrões da saudosa banda portugues</span><span data-contrast="auto">a</span><span data-contrast="auto"> </span><span data-contrast="auto">‘</span><span data-contrast="auto">Delfins</span><span data-contrast="auto">’</span><span data-contrast="auto">, quando em 1987 cantavam para o mundo a “Queda de um Anjo”, isto tudo para dizer que em Palmela a política local está ao rubro, pois a oposição parece que começou agora a ler os ‘evangelhos da política’ e que acordaram para a vida dura e cheia de protesto de uma voz que é a do povo e que durante vários anos não foi ouvida.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Podemos dizer que </span><span data-contrast="auto">66 mil patrões reclamaram anos após anos, mas parece-me que os funcionários (autarcas eleitos pelo povo) andaram a marcar passo e</span><span data-contrast="auto">st</span><span data-contrast="auto">es anos. </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A </span><span data-contrast="auto">letra </span><span data-contrast="auto">dos Delfins, diz ainda que &lt;&lt; hoje é lei a constituição&gt;&gt; mas em Palmela, essa constituição ficou atrás de uma qualquer prateleira e ignorada, tal como a voz de protesto dos tais 66 mil patrões que tanto reclamaram e reclamam, mas</span><span data-contrast="auto"> cujas</span><span data-contrast="auto"> vozes não chegam aos funcionários que estão no alto e que só querem é festas e festinhas. Funcionários esses que sempre tiveram na mania do &lt;&lt;mas ninguém me dê conselhos, nunca gostei que a maioria</span><span data-contrast="none">,</span><span data-contrast="auto"> organizasse o meu dia a dia&gt;&gt;, infelizmente </span><span data-contrast="auto">a letra que Miguel dos Delfins cantou em 1987 parece-nos </span><span data-contrast="auto">que</span><span data-contrast="auto"> está atual para os tempos que vão passando por este território</span><span data-contrast="auto">,</span><span data-contrast="auto"> que poderia ser um</span><span data-contrast="auto">a autêntica arca do tesouro para todos aqueles que cá vivem.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Pois alguns autarcas padecem de &lt;&lt;acreditar em democracia&gt;&gt;. Será </span><span data-contrast="auto">que </span><span data-contrast="auto">com o anúncio da candidatura de Carlos de Sousa, </span><span data-contrast="auto">isso </span><span data-contrast="auto">levará a Queda de um Anjo em cima de um Homem, que ao ganhar a idade, perde a razão?</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Vamos esperar para ver o que acontece em 2021.</span><span data-contrast="auto"> </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> As au</span></p>
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		<title>Quem tem medo do Carlos de Sousa?</title>
		<link>https://diariodistrito.pt/quem-tem-medo-do-carlos-de-sousa/</link>
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				<pubDate>Thu, 23 Jan 2020 00:54:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Autárquicas]]></category>
		<category><![CDATA[Câmaras Municipais]]></category>
		<category><![CDATA[Palmela]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&#60; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span> O ex-autarca que foi saneado do Partido Comunista Português, está de volta passados 14 anos de ausência dos seios da política, depois de ter estado à frente dos destinos das câmaras municipais de Palmela e depois de Setúbal. Após do seu anúncio em que se vai candidatar às autárquicas de 2021, Carlos de Sousa parece [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&lt; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span><p>O ex-autarca que foi saneado do Partido Comunista Português, está de volta passados 14 anos de ausência dos seios da política, depois de ter estado à frente dos destinos das câmaras municipais de Palmela e depois de Setúbal.</p>
<p>Após do seu anúncio em que se vai candidatar às autárquicas de 2021, Carlos de Sousa parece ter feito o reacendimento da chama que estava adormecida nos autarcas das várias forças políticas locais.</p>
<p>Se antigamente era difícil as populações contarem com a presença dos autarcas nos sítios onde verdadeiramente existem os problemas, agora basta só uma palavra nas redes sociais para que no dia a seguir consigam ter a atenção dos autarcas e políticos que os vão ouvir a esses locais.</p>
<p>Foram vários anos assim, tive conhecimento de que existem populações que aguardam há meses a aparição dos autarcas ou até elementos da oposição, há poucos dias atrás os mesmos apareceram, e lá deram o ar da sua graça.</p>
<p>Tudo isto porque o ‘homem forte’ que fez crescer o concelho nos mandatos que presidiu em Palmela, voltou a estar na ordem do dia e até captar a atenção dos media.</p>
<p>Será Carlos de Sousa capaz de derrubar a muralha de um castelo? Castelo esse que se chama PCP? O que conseguiu foi fazer suar a oposição, e inquietar todos aqueles que pensavam que Palmela era favas contadas e favas vencidas.</p>
<p>Será que com este candidato de respeito, os partidos políticos que estão na corrida conseguem ter alguma chance ou levarão um cartão vermelho como levou a CDU em 2017, que agora governa os destinos de Palmela, mas com maioria relativa?</p>
<p>Vamos ver o que vai acontecer, esperam-se umas autárquicas animadas em terras dos guerreiros de Santiago.</p>
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		<title>SNS demite-se dos seus doentes!</title>
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				<pubDate>Fri, 22 Nov 2019 07:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&#60; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span> Ora é o Hospital Garcia de Orta, em Almada, a fechar portas das urgências da Pediatria, e antes a encaminhar as grávidas para Lisboa, ora é o Centro Hospitalar de Setúbal a rebentar pelas costuras e com enfermeiros a discutir uns com outros para medir o barómetro de quem trabalha mais. Depois temos um outro [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&lt; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span><p>Ora é o Hospital Garcia de Orta, em Almada, a fechar portas das urgências da Pediatria, e antes a encaminhar as grávidas para Lisboa, ora é o Centro Hospitalar de Setúbal a rebentar pelas costuras e com enfermeiros a discutir uns com outros para medir o barómetro de quem trabalha mais.</p>
<p>Depois temos um outro problema, os bombeiros a ficarem sem macas, pois os seus equipamentos ficam retidos nos corredores dos hospitais, com os doentes que esperam e desesperam por lugares nas camas.</p>
<p>As notícias mais recentes sobre a saúde em Portugal foram a alteração no parque de estacionamento do CHS a ser pago, fazendo com que médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares apresentem petições contra os pagamentos, pois esses vão ter de pagar um cartão que vai entre 12 e 15 euros mês e os diretores e administradores ficam isentos de pagamento.</p>
<p>É o que se pode dizer, o SNS está um caos e demitiu-se dos seus doentes.</p>
<p>Temos outro caso, constrói-se uma Unidade de Saúde Familiar, mas não temos pessoal nem equipamentos, o mesmo abre já no dia 25 de novembro mas só poderá ser inaugurado com algum equipamento no próximo mês de dezembro.</p>
<p>É caso para se dizer, onde anda a nossa ministra da saúde?</p>
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		<title>O Condado dos Afonsinhos!</title>
		<link>https://diariodistrito.pt/o-condado-dos-afonsinhos/</link>
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				<pubDate>Sat, 09 Nov 2019 19:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Resolução]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span> Poderia começar com a história dos Afonsinhos e o seu Condado, mas o que se está mesmo a passar em Portugal parece ser preocupante, mas que os portugueses até ao dia de hoje não se mostram muito inquietos com a situação. Falo-vos da notícia do Novo Banco e do Fundo de Resolução que o Estado [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span><p>Poderia começar com a história dos Afonsinhos e o seu Condado, mas o que se está mesmo a passar em Portugal parece ser preocupante, mas que os portugueses até ao dia de hoje não se mostram muito inquietos com a situação.</p>
<p>Falo-vos da notícia do Novo Banco e do Fundo de Resolução que o Estado criou para salvar a banca nacional. Esta semana fomos surpreendidos com o anúncio do administrador do Novo Banco, António Ramalho, que ao apresentar as contas do semestre passado, descartou-se a dizer que poderá ser uma possibilidade de o Novo Banco, antigo BES (mais de 150 anos), acionar o Fundo de Resolução num pedido de mais de 700 milhões de euros.</p>
<p>Esse valor vai servir para tapar o buraco naquele banco e pagar mais ordenados chorudos aos senhores de fato de gravata que nada fazem a não ser gozar dos rendimentos altos à conta dos contribuintes.</p>
<p>Mas nada a que o Zé Povinho não esteja já habituado ao longo destes quarenta anos de ‘demokracia’.</p>
<p>Esta semana ainda, nas redes sociais, houve uma publicação curiosa, onde se dava um exemplo de alguém que recebia o seu ordenado mas que só em descontos para o IRS e Segurança Social, via desaparecer uma quantia avultada.</p>
<p>Pois é, andamos todos nós a descontar e a pagar impostos para o Estado depois aplicar o nosso dinheiro no setor da banca, quando a mesma já está falida, mas ninguém o admite, e os portugueses cada vez mais pobres para que se salvem os senhores dos bancos.</p>
<p>A minha questão fica no ar, se eu precisar de 50 mil euros, e não os tiver, dirijo-me ao banco, peço um empréstimo, preencho uma carrada de papéis, o banco vai ver a minha taxa de esforço, se estiver entre o amarelo e vermelho, o pedido é negado e eu fico a olhar para a resposta como um qualquer parvo que leva um pontapé no rabo e sai daqui para fora.</p>
<p>Então os bancos não deveriam de ser avaliados pelos portugueses? O Estado português não deveria colocar à consideração de todos nós, contribuintes, para que pudéssemos fazer uma análise de risco aos bancos que pedem emprestado? Ou só a opinião dos nossos governantes é que conta? Eu posso ter uma opinião contrária de qualquer um, mas só a opinião do outro lado é que conta?</p>
<p>Fica aqui este meu editorial para reflexão num Condado de Afonsinhos!</p>
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		<title>Demito-me das funções de idoso neste país!</title>
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				<pubDate>Sat, 02 Nov 2019 09:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[seniores]]></category>
		<category><![CDATA[Velhos]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span> O editorial desta semana vai abordar um dos temas que poucos tocam neste país, os idosos e as suas benesses. Será que ser idoso em Portugal nos dias de hoje é benéfico para essa população que vai envelhecendo dia após dia? Nos últimos tempos tenho estado mais atento a este tema e também por questões [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>O editorial desta semana vai abordar um dos temas que poucos tocam neste país, os idosos e as suas benesses. Será que ser idoso em Portugal nos dias de hoje é benéfico para essa população que vai envelhecendo dia após dia?</p>
<p>Nos últimos tempos tenho estado mais atento a este tema e também por questões pessoais por causa de uma idosa que tenho em casa, deparei-me com a realidade que me passava um pouco ao lado.</p>
<p>Infelizmente somos uma sociedade civil em que apenas damos importância às coisas quando o mal nos acontece e nos bate à porta, pois os problemas dos nossos vizinhos são deles e nós muitas das vezes nem nos damos conta que também poderemos passar pelo mesmo, só quando temos o problema em casa é que começamos a ficar mais atentos.</p>
<p>Portugal tem uma mitologia do deixa andar e deixa para último momento, a população está a envelhecer rapidamente e com esse fenómeno têm aparecido as oportunidades de negócio para acolher os idosos, aqueles a quem os familiares não tem tempo ou capacidade para cuidar e são obrigados a coloca-los à guarda dos famosos lares, que muitas das vezes não passam senão de um qualquer depósito de idosos.</p>
<p>A oportunidade de negócio chega a esse setor como uma máquina de fazer dinheiro, antigamente, os lares seriam para todas as bolsas, atualmente, esses lares são unicamente para famílias com posses.</p>
<p>E então os mais pobres, como ficam? Talvez à mercê da sua sorte, pois filhos, irmãos, maridos ou esposas, são obrigados a deixá-los sozinhos, porque a vida não está propriamente favorável para deixar o emprego e estar em casa a cuidar do seu familiar que está acamado ou a precisar de cuidados continuados.</p>
<p>Fiz uma pesquisa nestes últimos dias e deparo-me com lares a pedirem dois mil euros de mensalidade para acolher um idoso, e se o mesmo tiver dependente dos serviços, ao valor da mensalidade acresce mais 402 euros por cada grau de dependência, ainda não percebi como fazer essas contas dos graus de dependência.</p>
<p>Mais lares foram contactados e digo-vos, é uma vergonha nacional estarem a solicitar aos familiares preços acima dos mil euros, chegando a valores como esses dois mil euros. Será que as famílias estão preparadas para pagar por um lar os ‘rios’ de dinheiro que são solicitados?</p>
<p>Tive a oportunidade de ter um ‘achado’ porque, numa consulta de 22 lares, houve só um lar que solicitou 800 euros mensais. Sabemos todos, que um idoso dá o seu trabalho, é levantar, é alimentar, é trocar fraldas, mas os preços são exagerados quando na hora da consulta nos apresentam valores que mais parecem ser vindos de um qualquer planeta onde a vida deve de estar favorável aos habitantes desse universo.</p>
<p>Depois temos um sistema de Segurança Social que a nível de apoios é deficiente, apoios esses que deveriam de ser para ajudar mais quem descontou uma vida, e que na hora da sua velhice terá toda a legitimidade de a fazer com calma e com todo o respeito, mas nem mesmo o Estado respeita os seus idosos, infelizmente!</p>
<p>Isto é caso para dizer mesmo que me “Demito de ser idoso neste país”.</p>
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		<title>Começaram as birras dos novos partidos!</title>
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				<pubDate>Sat, 26 Oct 2019 13:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Republica]]></category>

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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&lt; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span><p>Se a Assembleia da República já era o que era, onde na tal dita casa da Democracia, mais não era que um grande centro de desempregados e reformados que tirava e tira o seu chorudo ordenado, sendo que com o povo poucos ou nenhuns se preocupam, mesmo propagando a palavra do senhor, não o da Igreja, mas sim do senhor deputado, que está ali é pelo povo e para o povo.</p>
<p>Eis senão quando na passada sexta-feira assistimos ao descambar da Democracia na sua real casa. Tivemos um assessor que se apresentou de saias, nada contra, mas pelo menos um pouco de apresentação se pede aos senhores eleitos, porque já nos bastou vários anos de circo para termos o topo do topo dos circos.</p>
<p>Mas referia-me eu ao senhor das saias, que num primeiro momento até pensávamos que era um padre de uma qualquer congregação, mas afinal era Rafael Martins, o assessor da deputada do Livre, aquela senhora que só gagueja em curtos espaços horários, e em determinadas situações, mas a quem ainda podemos dar o benefício da dúvida sobre como decorrerá a sua legislatura.</p>
<p>Depois deparamo-nos com um birrento chamado<span style="text-decoration: line-through;">,</span> André Ventura, que pelos vistos confundiu jornalistas e funcionários nos corredores do Parlamento como apoiantes, pois o novo deputado do CHEGA afirmou que foram bem “recebidos pelos populares”, ah pois, tem razão, funcionários e jornalistas também votam, mas será que votaram no CHEGA? Aqui fico com uma dúvida tremenda.</p>
<p>Mas André Ventura protagonizou outro momento de birra: Foi o caso da cadeira, “Não tenho espaço aqui pah”, com a nova deputada do CDS-PP a dizer “Em nada posso ajudar”, tal não foi a briga com a cadeira e com o assento, que André Ventura entrou em birra crónica e não vai hoje à tomada de posse do novo Governo, birra essa que é acrescida do facto do reeleito presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, não ter dado voz ao novos partidos com representação na Assembleia da República, mas também os mais pequenos.</p>
<p>É caso para se dizer que o Circo Republicano está montado!</p>
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		<title>Qual o futuro de todos nós?</title>
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				<pubDate>Sat, 19 Oct 2019 20:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&lt; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span><p>A semana fica abalada com o caso do pequeno Rodrigo que nasceu no Centro Hospitalar de Setúbal no passado dia 7 de outubro, um bebé que não tem olhos, nariz e parte do crânio. As notícias fizeram-se ouvir e muito se escreveu e escreve ainda sobre a negligência do médico obstetra que pelo que se soube, já contava com quatro processos na Ordem dos Médicos e um na justiça que acabou por ser arquivado pelo Ministério Público.</p>
<p>A malformação que não foi detectada por parte do médico subiu de tom nas redes sociais, onde milhares de cibernautas condenam a atitude irresponsável do médico e a falta de coerência por parte dos organismos fiscalizadores e judiciais.</p>
<p>Os médicos que assistiram a mãe no parto, ficaram incrédulos com o que viam, um recém-nascido sem olhos, sem nariz e sem parte do crânio, deram-lhe horas de vida, o que se resta é que o pequeno Rodrigo já sobrevive a uma morte anunciada há mais de 10 dias. E agora? Todos nós nos interrogamos nesta altura, qual o destino do pequeno bebé?</p>
<p>Estamos em pleno século XXI, não era para termos uma medicina mais evoluída com médicos mais dinâmicos e cuidadores? O que fazem os órgãos fiscalizadores atualmente? Temos um médico que falhou, não uma vez, mas cinco vezes, mas ao falhar a primeira e a segunda vez não seria caso de o órgão fiscalizador atuar? Sim, falo-vos da Ordem dos Médicos e da Direção Geral de Saúde, na substituição da tutela. O que foi feito, um processo judicial arquivado e os processos na Ordem parados. Foi preciso este caso para que esses órgãos atuarem? Que futuro queremos nós e para onde iremos nós com esta medicina?</p>
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		<title>Os media de primeira e os media de segunda!</title>
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				<pubDate>Fri, 04 Oct 2019 19:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[Partidos]]></category>
		<category><![CDATA[Políticos]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span> Estamos a finalizar mais uma semana de grande correria, aquela em fica provado que afinal os políticos já conhecem aquela margem sul do Tejo que em tempos foi apelidada de deserto, mas que afinal sempre vão precisando dos Tuaregues de cá para votar neles do lado de lá. Ele, são arruadas, ele, são abraços e [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>Estamos a finalizar mais uma semana de grande correria, aquela em fica provado que afinal os políticos já conhecem aquela margem sul do Tejo que em tempos foi apelidada de deserto, mas que afinal sempre vão precisando dos Tuaregues de cá para votar neles do lado de lá.</p>
<p>Ele, são arruadas, ele, são abraços e beijinhos, todos pelas ruas dos grandes centros urbanos, depois já no final da campanha, temos mais uma invasão de comícios que nos deixa a todos de boca aberta com os ataques político partidários, contra tudo e todos.</p>
<p>No fim da festa vão deixando tudo sujo de lixo visual, que apesar da legislação obrigar à retirada dos cartazes e ‘paninhos’, ficam dependurados até às próximas eleições, e até caixas inteiras de bandeirinhas e bandeirolas que também são deixadas à sorte de quem pelas 6 da matina já anda a limpar aquilo que poderia ser limpo por quem deixou para trás os seus artigos de “guerra”, enfim, é o país que temos.</p>
<p>O mais engraçado é que muitos desses militantes, são políticos e até autarcas, que com a mão direita vão apregoando que são amigos do ambiente, mas afinal foi um esquecimento trágico.</p>
<p>Curiosamente, o ambiente agora passou para as ‘bocas do mundo’, e se até há uma eleição atrás ficava lá para o fim dos programas eleitorais e só merecia uma ou duas linhas, agora até merece destaque dos discursos.</p>
<p>Já para não falarmos dos rios de dinheiro gasto à conta dos contribuintes, sim, porque somos todos nós que pagamos as campanhas, os nossos impostos são pagos para depois serem distribuídos como um apoio de campanha aos partidos. Enfim, somos Portugal no seu melhor.</p>
<p>Mas o tema que me leva a escrever o editorial desta semana é um outro, em Portugal ainda temos na mania que os media nacionais é que são os melhores.</p>
<p>São eles quem levam a informação à casa de todos os portugueses, mas o que se resta é que os partidos ainda continuam a tratar os media regionais e locais com discriminação e por isso tenho que deixar aqui nomes, como diz o povo: “Chamar os bois pelos nomes”.</p>
<p>Em toda a campanha o nosso jornal foi “invadido” por emails e convites de campanha que nem vos passa pela cabeça, não é que isso me afete, mas “quem não se sente não é filho de boa gente”, já dizia a minha bisavô, fomos convidados para a campanha da Esquerda, da Direita e passando pelo Centro.</p>
<p>O mais engraçado nisto tudo é que o CDS-PP foi o partido que solicitou mais vezes o nosso “apoio jornalístico” e hoje o que acontece? Num almoço de encerramento o email de convite não aparece nos servidores do nosso jornal.</p>
<p>Estranho mas engraçado ao mesmo tempo, não é que isso me incomode, porque almoços e jantares fazemos nós todos os dias, o que me chateia no meio disto tudo é que em toda a campanha fomos perdidos nem achados para isto e para aquilo, mas agora só foram perdidos nem achados os tais grandes, que até desapareceram as dívidas fiscais e até já dá para fazer grandes aquisições. Enfim, somos mesmo portugueses.</p>
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		<title>As legislativas e os mal preparados!</title>
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				<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 15:10:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia da República]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Legislativas]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&#60; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span> Mais uma semana que passa, e mais momentos insólitos marcam a corrida às legislativas que são já no próximo domingo. Com tudo a correr de um lado para o outro, só agora é que se lembraram que o distrito de Setúbal pertence ao território nacional. São candidatos da esquerda à direita, passando pelo centro que [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">&lt; 1</span> <span class="rt-label rt-postfix">minuto</span></span><p>Mais uma semana que passa, e mais momentos insólitos marcam a corrida às legislativas que são já no próximo domingo. Com tudo a correr de um lado para o outro, só agora é que se lembraram que o distrito de Setúbal pertence ao território nacional. São candidatos da esquerda à direita, passando pelo centro que agora descobriram o distrito que dá ouro de votos para a Casa da Democracia.</p>
<p>Temos cabeças de lista que dão tudo por tudo para aparecer nas notícias. Sim, porque até chegam ao luxo de pagarem para aparecerem nas manchetes de alguns media regionais e locais, mas que ao longo da sua vida política nada conseguiram ou quiseram fazer pelo povo do distrito de Setúbal.</p>
<p>Depois temos outros casos ainda mais insólitos e que marcaram a semana, posso falar do caso da cabeça de lista pelo PAN em Setúbal, Maria Cristina Rodrigues, que ao dar uma entrevista a um suposto jornalista, demonstra a falta de preparação e em que existe mesmo um momento de ‘confronto’ indireto entre a candidata e o jornalista.</p>
<p>Claro que o vídeo foi partilhado nas redes sociais e o povo do distrito a ver uma peça dessas fica a pensar como eu fiquei: “será que vale a pena ir votar neste pessoal que nem conhece o seu próprio programa eleitoral?”, claro que aqui a grande ganhadora será sempre a abstenção.</p>
<p>Infelizmente é a política que temos e com o que podemos contar por mais quatro anos.</p>
<p>São muitos aqueles que procuram um qualquer ‘tacho’ e para ganhar em quatro anos o que não conseguiram ganhar se calhar um terço da sua vida profissional. São candidatos destes que o povo vai alimentando dia após dia, que só conhecem as regiões de quatro em quatro anos, porque são obrigados a fazer, com as caravanas de carros e carripanas, beijinhos e selfies, e depois de eleitos lá se vão esquecendo do povo daquela aldeia do interior, da Ti Maria, do Ti Manel que muitas das vezes não têm luz nem águas e que vive nas aldeias isoladas deste país. São políticos que nada conhecem do programa eleitoral, mas que é muito fácil dar umas palavras para aqueles jornais que quase ninguém vê, o problema é que os vídeos são rapidamente difundidos nas redes sociais como foi este de Maria Cristina.</p>
<p>Vamos lá a votos!</p>
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		<title>Memória curta ou assobiamos todos para o lado!</title>
		<link>https://diariodistrito.pt/memoria-curta-ou-assobiamos-todos-para-o-lado/</link>
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				<pubDate>Sat, 21 Sep 2019 18:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroporto]]></category>
		<category><![CDATA[Montijo]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes. Margem sul do Tejo]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span> Esta semana abordo o tema da atualidade...o aeroporto complementar do Montijo</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>Muito se tem falado sobre a construção do novo aeroporto complementar do Montijo, já se fala há mais de 50 anos na construção de um aeroporto na margem sul do Tejo, primeiro nos terrenos da herdade de Rio Frio, depois os projetos voaram para a margem norte do Tejo, zona do Oeste, mais propriamente na Ota.</p>
<p>Passados alguns anos, o aeroporto volta à margem sul do Tejo, na zona do CTA, onde até há quem afirme que foram investidos vários milhares de euros na construção de vários furos de captação de água que estão parados em terrenos que ninguém sabe de quem são.</p>
<p>Por fim e já em 2011 o aeroporto a construir como módulos no CTA, mais propriamente em terrenos no concelho de Benavente e poucos no Montijo, cai por terra. José Sócrates, o grande sonhador de PPP deixava o projeto na gaveta, como também o do TGV que acabou por deixar cair a Plataforma Logística de Poceirão e a construção de uma nova autoestrada que ligaria a A12 à Plataforma Logística.</p>
<p>Ainda me lembro na campanha do saudoso vereador do PS, António Fonseca Ferreira, e na qual o então presidente da Assembleia da República, Almeida Santos, que também já não está entre nós, gritava num palco montado no Largo S. João em Palmela, que o Poceirão seria um apeadeiro do TGV, infelizmente acabou também por cair esse sonho.</p>
<p>Passados alguns anos depois de 2011, volta à discussão a construção do novo aeroporto, mas desta vez um complementar, mas desta feita na Base Aérea do Montijo. Aqui voltam as tais memórias curtas, memórias essas que agora defendem a não construção do novo aeroporto no Montijo. Quando se começou a falar da hipótese de construção na margem sul do Tejo, até se dizia que “o aeroporto no Montijo será benéfico para o Barreiro”, na altura pela boca do presidente da Câmara Municipal Carlos Humberto (CDU), em declarações a um jornal local, onde perspetivava grandes mudanças e investimentos para a sua região.</p>
<p>Passados alguns anos a CDU do Barreiro mudou de opinião, para o eleitorado ficará sempre a questão: Porquê esta mudança de ideias? Mas outra questão se impõe, que é, qual o interesse do PCP em fazer um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete (CTA), sim, porque aquilo de Alcochete só mesmo o nome.</p>
<p>Esta semana tivemos ainda a noticia de uma outra voz que se elevou contra a localização no Montijo, não fazendo parte do distrito de Setúbal, mas elevou-se, a do comandante dos Bombeiros de Samora Correia, Miguel Cardia, terá enviado uma carta composta de 50 páginas ao presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, onde diz que o estudo que esteve em período de consulta pública terá muitos pontos de insegurança escondidos. Porquê o comandante dos Bombeiros de Samora Correia e não o comandante de uma outra corporação da região?  Aqui voltam a surgir outras questões, que podem ficar por responder.</p>
<p>Com tanta recusa e pareceres negativos contra o aeroporto no Montijo, de uma coisa tenho a certeza, quem está a esfregar as mãos a esta hora é o autarca de Leiria, que sempre defendeu o aeroporto para a sua região, mais propriamente na Base Aérea de Monte Real, em declarações na altura da vinda do Papa ao nosso país, juntando um manifesto de empresários que apoiavam a construção dessa plataforma aeroportuária na região de Leiria.</p>
<p>É uma outra visão e realidade de apanhar oportunidades, aquelas que nós na margem sul do Tejo não queremos!</p>
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		<title>Palmela tem hora de recolher!?</title>
		<link>https://diariodistrito.pt/palmela-tem-hora-de-recolher/</link>
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				<pubDate>Tue, 10 Sep 2019 15:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carmo Torres]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Garcia]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span> Um editorial de Miguel Garcia com uma reflexão sobre a Festa das Vindimas em Palmela.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>Esta semana deixo-vos um editorial que dá muito para refletir sobre quais serão os caminhos que as associações e comissões de festas vão ter de fazer no futuro.</p>
<p>Vou pegar no caso mais recente, o da 57ª edição da Festa das Vindimas, onde tudo aconteceu, até agressões por parte das autoridades por excesso de zelo.</p>
<p>Neste evento, houve pessoas que foram agredidas por simplesmente estarem a conversar no recinto das festividades, embora este tivesse hora marcada para acabar, pois eram 01h00 de quarta-feira e as luzes e som do arraial já estavam desligados.</p>
<p>Os avisos dos agentes foram feitos para abandonarem o local e eis que por fim acabou por se registar quase uma autêntica guerra campal sem necessidade para isso.</p>
<p>Pode mesmo dizer-se que tudo aconteceu nesta edição da Festa maior de Palmela, onde menores faziam sexo às claras pelas ruas da vila, onde alguns se ‘aliviavam’ nos cantos e recantos e até em propriedade privada, e ainda o excesso de zelo das autoridades, que acabou com um ferido no último dia das festividades.</p>
<p>Dei por mim esta semana a pensar se é este o caminho que os organizadores querem para a Festa das Vindimas, uma festa que nasceu em 1963 da vontade de um grupo de homens com amor à terra, e que intitularam Festa das Vindimas, mas que atualmente de vindimas nada tem.</p>
<p>Eu explico: o cariz da Festa das Vindimas tinha como cerne o setor vitivinícola, mas nos dias de hoje pouco disso terá já, a não ser o espaço das adegas e pouco mais.</p>
<p>Uma festa que foi invadida pelo Leitão Assado, Ginja de Óbidos, venda ambulante que pouco tem a ver com o tema, muita bebida, que muitas das vezes nem é adquirida aos produtores, e depois resulta em sexo, estupefacientes e afins.</p>
<p>Em conversa com um amigo, ele dava-me conta que para ir para casa (mora perto do Cine-Teatro São João) tinha que percorrer um quarteirão para se desviar do espaço que foi montado em frente ao edifício do Cine-Teatro para não ser apanhado no meio e ficar a abanar o capacete.</p>
<p>Mas onde anda a autoridade? Sim, porque é caso para se questionar, onde pára a polícia? Essa que só sabe alertar para a hora de recolher e depois actuar num excesso de autoridade para quem nada deve, como foi o caso.</p>
<p>De uma coisa temos a certeza, ficamos a saber que na altura da Festa das Vindimas, Palmela tem hora de recolher. O que é triste é que alguma autoridade não saiba usar a força que tem para uma situação e para outra saiba usar o excesso!</p>
<p>Boa semana para todos e já sabe, cuidado com as festividades, pois agora há hora de recolher obrigatório, se não, está em risco de levar umas bastonadas.</p>
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		<title>O bombeiro dos desesperados e a Comunicação Social de fora!</title>
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				<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 11:14:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carmo Torres]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Diario do Distrito]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Garcia]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span> O Editorial do Diário do Distrito esta semana sobre a falta de civismo dos visitantes da Festa das Vindimas e de uma certa 'comunicação social'</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>Esta semana vou deixar-vos o meu editorial como o faço habitualmente no Diário do Distrito, e vou falar-vos do Santo Marcelinho, do Santo Amaro e depois do rigor jornalístico que algumas pessoas nos acusam de não termos, mas das duas uma, ou não sabem ler, ou não querem saber ler.</p>
<p>A semana fica marcada com várias situações que foram vividas nos seis dias da Festa das Vindimas: são os idosos escandalizados, porque quando acordam deparam-se com as ruas e becos da vila histórica de Palmela toda borrada, ou mijada, ou até o insólito acontece, onde adolescentes gemem toda a noite, pois fazem coisas indecentes, dizem os moradores de mais idade que se não fossem as persianas, nem Deus lhes valia, pois era estar no sofá a olhar para a janela como se fosse uma televisão e um daqueles canais mais atrevidos a transmitir, mas aqui em direto.</p>
<p>Moradores que se vão substituindo aos funcionários do Município de Palmela na hora da limpeza da calçada, ora é cagadelas, ora é mijarradas, vá-se lá saber o porquê, mas nem as caixas de correio escapam aos aflitinhos.</p>
<p>Oh meu Deus, tanta bebida para depois verter nos canais dos CTT, é só abrir a tampa da caixa e lá vai uma mijarrada, para dentro da pobre caixa, toca a molhar as cartas da Alzira que no outro dia a seguir pergunta à vizinha se choveu na noite passada, pois encontrou as cartas todas molhadas.</p>
<p>O desespero é total em todo o concelho de Palmela, não fosse o Santo Amaro apregoar aos ventos pela a ajuda do Santo Marcelinho, esse que tinha jantar marcado para as 20h00 de ontem, mas só chegou eram 22h30, Palmela, Palmela, que estás no alto, mas estás tão longe de Lisboa.</p>
<p>Pois Marcelinho, o bombeiro de todos os autarcas, o pai das selfies, o tio dos beijinhos, vai encantando as velhinhas que esperam horas a fio pelo Presidente da República, mas sempre atrasado aos compromissos. Para além de ser o homem dos sete ofícios, Marcelinho também é bombeiro nas horas das aflições, por isso é que Santo Amaro pediu nas suas prezes e foram atendidas, tem em mãos, em braços e até no corpo todo, um problema: O lixo que se espalha por todo o concelho, ele é lixo espalhado pela freguesia de Palmela, Pinhal Novo, Quinta do Anjo, então e União de Freguesias? Essa, tem um anjo chamado Sousa que gosta de tudo limpinho sem um mono, Sousa anda sempre em cima do acontecimento, para o que contribuiu também o trabalho deixado pelo José Silvério, que já a olhar para o futuro se preveniu em tempo útil e o investimento foi o resultado do algodão “Branco mais Branco não há”.</p>
<p>Marcelinho chegou e logo empoleirado ficou na varanda do Cineteatro S. João a fazer as honras de Estado a acenar ao povo, como de D. Dinis se tratasse, desculpe a modéstia a D. Dinis, mas esta saiu-me com a próxima Feira Medieval que está a chegar a terras de Palmela, mas será que o Santo Marcelinho terá a varinha de condão para o lixo fazer desaparecer? Fica a questão, pois essa não sei responder.</p>
<p>A Comunicação Social, essa, malvada de um raio, que até falta de rigor tem quando escreve sobre a Festa das Vindimas, sim, porque essa está no “meu coração”, fui também abordado por alguém que quando nos vê não nos fala, mas ontem caiu o Carmo e a Trindade do Altar quando se dirigiu a mim e acusou o meio de comunicação social que dirijo de falta de rigor, porque até uma frase que estava escrita numa peça era dela.</p>
<p>Claro que fui à pesquisa e não vi nada parecido, fiquei a pensar: “Será que sabe ler? Ou não quer saber ler e só me está aqui para chatear?”, é bom sabermos que incomodamos muito e que até nos procuram para nos lerem, mas falta de rigor é que não temos, nem de rigor nem de isenção, por isso é que ficamos fora das atividades de certos e determinadas instituições, porque não pactuamos com a corzinha!</p>
<p>Boa semana!</p>
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		<title>Onde pára a Polícia e GNR?</title>
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				<pubDate>Tue, 27 Aug 2019 06:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span> Esta semana o meu editorial vai centrar-se nas forças de segurança nacional, sim, porque aos homens e mulheres que integram essas forças de segurança, muito devemos, mas a sociedade civil ainda não se importou com o que se passa diariamente nos Postos Territoriais da GNR nem nas Esquadras da PSP. A sociedade civil sabe como [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>Esta semana o meu editorial vai centrar-se nas forças de segurança nacional, sim, porque aos homens e mulheres que integram essas forças de segurança, muito devemos, mas a sociedade civil ainda não se importou com o que se passa diariamente nos Postos Territoriais da GNR nem nas Esquadras da PSP.</p>
<p>A sociedade civil sabe como vivem os agentes e os militares das nossas forças de segurança, que diariamente lidam com condições degradantes e longe dos olhares de todos nós. Os postos e esquadras muitas das vezes são instalações sem qualquer condição de higiene, com pequenos roedores e baratas a passearem-se pelo chão dos gabinetes, já para não falarmos das condições deploráveis que muitas dessas instalações se encontram.</p>
<p>Depois podemos presenciar a falta de meios humanos e logísticos, ainda a semana passada, num restaurante em Paio Pires, Seixal, uma confusão entre clientes e proprietários, acabou da pior forma de sempre, segundo alguns relatos, a GNR foi alertada e só passado algum tempo é que o carro patrulha com os seus patrulheiros chegaram ao local da ocorrência, embora o quartel esteja a poucos minutos do local da ocorrência.</p>
<p>Homens e mulheres que nos defendem no dia-a-dia, também terão família em casa, aquela que sabe como saem, mas já não sabe como regressam.</p>
<p>Existem Postos Territoriais da GNR no Alentejo profundo que só contam com um patrulheiro, aquele que faz o atendimento ao público, aceita queixas, despacha processos, faz patrulhamento nas ruas das pequena aldeia e até a ocorrência de um acidente, mas tudo sozinho, pois o MAI diz que não há homens suficientes para ingressar nas autoridades, aquela que nos protege no nosso quotidiano.</p>
<p>Mas o mais engraçado disto tudo é que para uma greve de motoristas, o tal MAI arranjou polícias e militares da GNR para cumprirem com a requisição civil, claro que houve sindicatos da PSP que levantaram a sua voz, dizendo que “Existem esquadras da PSP que estão fechadas a um período do dia para servir o país”; “Não temos homens nem mulheres para cumprir com funções na sociedade, porque estão a servir os patrões”, o que se resta é que esse problema já existe há muito tempo, esquadras e postos encerrados, por só terem um ou dois homens e mulheres das forças de segurança.</p>
<p>Mas para cumprirem as requisições civis, mais militarizadas (digo eu), já houve homens e mulheres e meios. E para servirem quem? Os portugueses, não foi de certeza, mas sim os patrões, esse sim, é que ficaram servidos e bem servidos, porque não pagaram aos grevistas e ainda tiveram serviços de camionista gratuito.</p>
<p>Está na altura de todos nós olharmos com outros olhos para a sociedade civil que temos.</p>
<p>Boa semana!</p>
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		<title>Tanto barulho para quê?&#8230; Patrões ganham e Governo também!</title>
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				<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 14:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Motoristas]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>

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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>Mais uma semana que se inicia com notícias nacionais que nos deixam a pensar qual o rumo para Portugal. Depois de uma semana conturbada devido à greve dos motoristas de matérias perigosas, em que o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas ficou sozinho na luta por melhores condições aos seus associados, e o Sindicato Independente de Motoristas de Mercadorias ter roído a corda depois de conversações paralelas, mas em que em nada ficou ainda decidido.</p>
<p>O SIMM volta às conversações com a ANTRAM para setembro, e os portugueses acabaram a semana com a notícia de que o SNMMP também levantara a greve que teimosamente ou não estaria a fazer.</p>
<p>Com algumas divergências dentro do sindicato, o plenário foi o ponto fulcral para que a ANTRAM e o Governo viessem a público fazer o grito da ‘VITÓRIA’.</p>
<p>Mas quem é que ganhou com esta greve? É a pergunta que muitos portugueses fazem depois de oito dias intensivos de greve que quase parou o país, não fosse a ‘esperteza’ do Governo em adiantar as medidas e acionar a Requisição Civil que mais parecia a Requisição Militar, sim, porque a condução de pesados particulares foi realizada por militares da GNR e Exército, agentes da PSP e alguns ‘fura greves’ existentes no nosso país.</p>
<p>Alguns desses ‘fura greves’ mais não foram do que profissionais obrigados a fazerem os serviços de Requisição Civil com uma ‘espada sobre a cabeça’ de ameaça de incumprimento com ordem de prisão.</p>
<p>Aqui está o fulcral da coisa, num país que lutou pelos direitos da liberdade e em 1974 acabou com um regime ditatorial para passar a ser um país democrático, o que se passou para que militares da GNR se deslocassem a casa de alguns motoristas com uma Requisição Civil onde ameaçava os profissionais que se não cumprissem, a ordem seria de prisão! Será que voltamos a não ter a Democracia?</p>
<p>Depois podemos questionar os ganhos desta greve&#8230; Quem ganhou com a greve? Os motoristas pensam que terão ganho a luta, mas isso só conseguiremos saber no dia de amanhã, com a tal reunião que vai juntar Governo, Patrões e Motoristas à mesma mesa de negociações.</p>
<p>Atenção que a ANTRAM já veio dizer que não foi convocada, então o que se passa aqui? Será um iludir a opinião pública e diretamente os motoristas de matérias perigosas? Mas de certeza absoluta que quem ganhou com a greve não foram os motoristas nem os portugueses, foi sim o Governo que ganhou pontos com tudo isto.</p>
<p>Sim, porque nós no geral gostamos de ver os Governos a agir de uma forma musculada, como foi o caso, não trabalham, metemos os militares e as forças de segurança em ação, basta que no terreno exista uma forte presença de militares e forças de segurança.</p>
<p>Só faltou mesmo o carregamento de blindados que estão apanhar pó no depósito militar em Benavente, para o CLS de Aveiras, Barreiro, Leça de Palmeira e Sines, e aí o ramalhete estaria completo, com os portugueses orgulhosos das suas forças armadas e policiais a defenderem uma guerra que não é nem foi a deles, mas pronto, formados em horas por uma empresa de transportes e colocamos militares e agentes de autoridade a conduzir pesados de empresas privadas, pois em jogo está a quebra de impostos que são cobrados nos combustíveis.</p>
<p>Mas para além do Governo ter ganho os tais pontos – estamos a dois meses de eleições –, temos ainda os patrões que por um lado economizaram nos ordenados dos motoristas em greve e aproveitaram o serviço gratuito do Estado português que lhes encheram os cofres das suas empresas com o transporte de combustíveis e sem pagar aos motoristas que até eram dois nas cabines dos pesados, sim, porque em muitas imagens conseguimos ver dois militares do exército, da GNR e da PSP, a transportarem-se nas cabines dos pesados das empresas privadas.</p>
<p>Então aqui fica outra questão, se o Governo de António Costa conseguiu colocar dois ocupantes (motorista e ajudante) a transportar combustíveis, e deu ganho aos privados, porque é que os privados não podem colocar dois empregados no mesmo camião para dividirem o carrego? Com o que ganharam nestes oito dias de greve, certamente dará para isso e muito mais. Vamos ver no que isto vai dar.</p>
<p>Boa semana para todos os leitores!</p>
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		<title>Será que se eu chamar as autoridades eles aparecem de veículo pesado?</title>
		<link>https://diariodistrito.pt/sera-que-se-eu-chamar-as-autoridades-eles-aparecem-de-veiculo-pesado/</link>
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				<pubDate>Tue, 13 Aug 2019 14:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
		<category><![CDATA[Motoristas]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span> Mais uma semana, mais um editorial que gostaria que fizesse os nossos leitores refletirem e pensarem muito bem no assunto que vos falo aqui hoje. A semana, essa, entrou com o pé direito, esquerdo, dois pés. Começou logo com a greve dos motoristas e o braço de ferro com a ANTRAM. Mas vamos lá ao [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>Mais uma semana, mais um editorial que gostaria que fizesse os nossos leitores refletirem e pensarem muito bem no assunto que vos falo aqui hoje.</p>
<p>A semana, essa, entrou com o pé direito, esquerdo, dois pés. Começou logo com a greve dos motoristas e o braço de ferro com a ANTRAM. Mas vamos lá ao que interessa, depois do primeiro-ministro, António Costa, ter vindo para a ribalta das televisões dizer que não era necessária a ativação da “Requisição Civil”, passadas poucas horas, dá o dito pelo não dito, e não teve outra alternativa senão reunir com o seu elenco politico e decidir avançar com a “Requisição Civil” para assegurar os combustíveis nos postos de abastecimento que ficaram sem gota, mas que ainda estão sem gota de gasóleo.</p>
<p>Mas esperem lá, “Requisição Civil”? Não será antes uma “Requisição Militar”? Sim, porque já foram vistos militares da GNR e agentes da PSP a conduzir pesados de combustível a saírem das refinarias de Aveiras e Sines.</p>
<p>Tudo isto dá que pensar&#8230; Então vamos para os lados do Alentejo e conseguimos vislumbrar postos territoriais fechados, porque só existe um militar naquele posto que faz de comandante, patrulheiro, secretário, atendimento e telefonista; vamos para a zona rural de muitos concelhos e não conseguimos ver nenhum patrulheiro a fazer ronda a essas zonas, nem o programa a idosos da GNR funciona.</p>
<p>Claro que a resposta de muitos Destacamentos Territoriais é: “Ah e tal, não temos homens suficientemente para esses serviços”, mas depois já temos homens para andarem a conduzir pesados de mercadorias perigosas, com 30 mil litros de material inflamável às costas, e a levar combustível para o aeroporto, para o Algarve e outros destinos?</p>
<p>Isto leva-me a pensar que, se eu precisar de autoridades nestes dias, ligo para o posto ou esquadra e estou na iminência de ter na ocorrência uma patrulha da GNR ou da PSP a deslocar-se num camião-cisterna.</p>
<p>Mas eu só chamei as autoridades, não chamei o serviço de combustível ao domicílio! Muitos vão ficar admirados se isso acontecer (claro que sabemos que não).</p>
<p>Em tom irónico, a semana passada, José Alho da ASPIG, disse: “A GNR não é pau para toda a obra&#8230; Qualquer dia estão a requisitar a GNR para a greve dos médicos!”, pelos vistos o dirigente da ASPIG já está a prever o futuro e o Governo a requisitar os serviços da GNR, da PSP ou dos militares para se substituírem aos médicos, ao que Portugal chegou!</p>
<p>Será que António Costa ainda não viu o que se está a passar e o que está a fazer ao povo, sim, porque os militares no seu geral e os agentes de autoridade, são povo, não é só o civil que é povo, tudo entra no ciclo da sociedade civil.</p>
<p>O nosso primeiro-ministro está a sujeitar homens e mulheres que desempenham funções de autoridades militares e civis a um estado de ridicularização perante a sociedade.</p>
<p>Um militar da GNR cujo ordenado base ronda os 850 euros (simples patrulheiro) um agente da PSP o mesmo e um militar de exercito ronda os 700 euros, vê depois esse ordenado ser pago para servir outros interesses da sociedade, sim, podem dizer-me que isto é um interesse da sociedade, concordo, mas a sociedade não poderá compactuar com estas situações, não temos autoridades suficientes onde elas são precisas, mas temos homens e mulheres suficientes para transportar combustíveis para a sociedade não ficar apeada?</p>
<p>A Soflusa e a Transtejo fazem muitas greves, isso não é um atrapalhar da sociedade? Onde esteve a “Requisição Civil” para que muitos moradores da margem sul do Tejo não ficassem no desemprego? Sim, porque agora alguém da margem sul do Tejo que seja entrevistado para uma oferta de trabalho em Lisboa, a empresa questiona logo de onde é, e se tem o azar de dizer que é da margem sul do Tejo, a sua candidatura fica logo pendurada, porque os transportes são deficitários.</p>
<p>Onde estava o Governo na altura das greves das empresas fluviais? Não estava, porque só o combustível é que interessa, mesmo a descer 4 cêntimos por litro, o imposto está lá, e esse não desce, pois, o Estado recebeu sem oscilações.</p>
<p>E posso também questionar onde estão agora aqueles partidos que dizem defender o povo… a fazer comunicados nas suas páginas, assim a modos do ‘digo algo para não dizerem que não disse nada’, mas assim muito escondidinho para não dar muito nas vistas.</p>
<p>É o Portugal que temos, o cantinho à beira mar plantado!</p>
<p>Boa semana.</p>
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		<title>Quem vencerá o braço de ferro?</title>
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				<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 22:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Autarcas]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Motoristas]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span> Porque hoje é quarta-feira, é sinónimo de eu escrever-vos os meus sentimentos, as minhas posições, as minhas opiniões pessoais, por isso é que nos jornais locais, regionais ou nacionais, normalmente existem diretores, editores e cronistas que deixam as suas opiniões, as suas crónicas e os seus editoriais. Esta semana vou deixar-vos aqui um caso caricato [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>Porque hoje é quarta-feira, é sinónimo de eu escrever-vos os meus sentimentos, as minhas posições, as minhas opiniões pessoais, por isso é que nos jornais locais, regionais ou nacionais, normalmente existem diretores, editores e cronistas que deixam as suas opiniões, as suas crónicas e os seus editoriais.</p>
<p>Esta semana vou deixar-vos aqui um caso caricato de um autarca que pelos vistos aprendeu um bocadinho da Lei de Imprensa, e sentiu-se também «tocado» num dos meus editoriais semanais no Jornal Concelho de Palmela.</p>
<p>Pelos vistos, parece-me que toquei em mais uma ‘ferida’ que doeu e que deu mote a que esse autarca necessitasse de apresentar um direito de retificação, e como se não bastasse no final ainda se dedicou a tentar atacar a posição de um jornal, que tal como o Diário do Distrito, é isento, rigoroso e preza muito pela informação ao público, coisa que infelizmente nos dias de hoje está camuflada em algumas autarquias que só querem que a imprensa local e regional mostre as coisas bonitinhas, varrendo para debaixo do tapete tudo aquilo que a esses políticos não interessa passar para a opinião pública.</p>
<p>O ‘azar’ de tais autarcas é que no Grupo Pressworld temos um estatuto editorial a manter e a seguir, não somos hipócritas, pese embora existam aqueles que gostavam de nos apelidar de &lt;&lt;totós&gt;&gt; e até dos &lt;&lt;técnicos de qualquer coisas&gt;&gt;, mas afinal está provado que somos jornalistas formados pelos melhores profissionais deste país, felizmente para nós, infelizmente para quem achava o contrário.</p>
<p>Prova disso é o incómodo causado pelos nossos órgãos de comunicação social, cujas reportagens até hoje não foram desmentidas, embora por vezes tenham sido corrigidas, o que no nosso trabalho agradecemos sempre, quando há razão para tal.</p>
<p>Outro assunto que não posso deixar passar ao lado esta semana, é o barulho que os patrões estão a fazer contra os motoristas, que prometem deixar o país a água e nada mais.</p>
<p>Uma semana que passou muito intensa nas pseudo-negociações entre os sindicatos e o patronato, com o Governo a servir de árbitro numa luta que em nada resultou. Os motoristas estão posicionados e não arredam um milímetro que seja na sua decisão de avançar com uma greve que ficará numa qualquer página de história para que possamos recordar mais tarde, aos nossos filhos, netos ou mesmo bisnetos, uma luta onde o VAR do Ministério das Infraestruturas só funciona para o lado dos patrões.</p>
<p>Agora a luta de titãs chega às barras dos tribunais com providências cautelares vindas dos patrões e queixas crime de burla ao fisco vindas dos motoristas.</p>
<p>Quem está no meio desta luta é o povo, que se podia dizer nada ter a ver com o assunto, mas não é bem assim, uma vez que somos todos nós os grandes causadores da sociedade civil estar como está: trabalhadores sem direitos, pequenas empresas que sobrevivem com pequenos balões de soro, enquanto grandes empresas, muitas delas geridas pelo filho, tio, primo do ministro A, B ou C, têm direito a grandes fundos comunitários, enquanto o pequeno se vai sufocando de tantos impostos que paga ao fim de cada mês.</p>
<p>Onde está o Estado de Direito deste país? A saúde está um caos, agora até querem agregar os portugueses todos à ADSE, a segurança um caos está, com polícias a serem agredidos e até as fardas rasgadas, senhores de colarinho branco que foram fazendo milhares de euros e burlando clientes de bancos que acabaram por cair, mas o mais engraçado disto tudo é que houve bancos que foram rapidamente alienados, mas um que ainda continua na pendura do Estado e que só mudou de nome, dos seus 150 anos não resta história, mas de Novo nada tem, ficou a belo prazer de muitos como Novo Banco, mas que está já a ‘gritar’ por mais ajuda do fundo do Estado.</p>
<p>Quem paga? Paga sempre o mesmo, o motorista, a dona de casa, o empregado de mesa, a mulher do campo, o homem da mercearia&#8230; Para quê? Para estar a encher os bolsos a gestores que nada percebem, mas que fazem de conta que são grandes gestores, e até casos de Joes Berardos que gozam com os portugueses na Casa da Democracia. Para quê?</p>
<p>Pode ser que a luta dos motoristas abra os olhos de todos nós, portugueses.</p>
<p>Dias difíceis se avizinham, com isto não estou a fazer o alarmismo social, simplesmente o meu editorial desta semana uma vez mais é um momento de reflexão para todos vós! Vamos ver quem ganha o braço de ferro.</p>
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		<title>O puto rebelde!</title>
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				<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 23:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Garcia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Palmela]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span> Mais uma semana que corre a bom correr e mais um editorial do diretor que foi considerado por muitos autarcas da região como um simples «técnico de qualquer coisa», e que por isso nem lhe foram entregues em novembro de 2017 os simples documentos acerca dos pelouros atribuídos aos então novos autarcas na Câmara de [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>Mais uma semana que corre a bom correr e mais um editorial do diretor que foi considerado por muitos autarcas da região como um simples «técnico de qualquer coisa», e que por isso nem lhe foram entregues em novembro de 2017 os simples documentos acerca dos pelouros atribuídos aos então novos autarcas na Câmara de Palmela.</p>
<p>Estamos quase a dois anos do grande alvoroço gerado na altura e  que deu direito a queixa apresentada pelos tais «técnicos de qualquer coisa» na ERC e CCPJ e a história do menino, da aldeia e do lobo fica na memória das páginas da defesa apresentada.</p>
<p>Dois anos passados e a história volta a repetir-se e penso que aqui o conhecido Octávio Machado tem toda a razão quando diz que em Palmela existem três tipos de gentes: os Palmelões (nascidos, criados e moradores em Palmela); os Palmelenses (aqueles que adotaram Palmela para viver) e por fim os Palmetas (os paraquedistas que caem do céu, aterram e depois vão embora passado algum tempo).</p>
<p>Atualmente para além de Palmetas, Palmela está recheada de Pinóquios e de histórias como aquela do menino que a certo tempo, depois de enganar a população da aldeia com o grito de “O Lobo vem aí!!” e de nada de Lobo; e um dia o Lobo veio mesmo e comeu todos os que na aldeia não acreditaram na história do menino.</p>
<p>Isto para vos transmitir de que as populações estão fartas de ouvir a mesma história e a mesma música, que já não vão em cantigas, como antigamente em que para levar a que o povo esquecesse dos problemas na região, o poder político local dava umas festas, oferecia uns canecos e o povo, esse, lá se divertia e esquecia.</p>
<p>Agora meus amigos o caso mudou, o povo vai para as festas, bebe uns canecos, mas para mal de muitos não esquece dos erros cruciais que são praticados por autarcas, com a mania de serem alguém na vida e só porque tiveram a sorte de serem eleitos, o nariz ficou empinado para o povo.</p>
<p>Mas esse mesmo povo não esquece, e atualmente as redes sociais estão ativas e são meios onde todos se servem para exprimir as ideias, os gritos da revolta, embora certos jornais já começaram a proibir os seus jornalistas de se exprimirem nas redes sociais.</p>
<p>Infelizmente o lápis azul que tinha caído em 1974, parece que voltou para atormentar a Democracia, aquela que tanto foi aclamada por todos aqueles que hoje são eles os próprios impulsionadores desse lápis azul.</p>
<p>Na nossa região existem autarcas que calam os media, com meia dúzia de trocos disfarçados em publicidade, a moeda de troca para se calarem diretores, editores, redações.</p>
<p>Eu gosto muito de comparar o <strong>Diário do Distrito</strong> como aquele ‘puto’ rebelde, que não faz o que o professor manda, só faz aquilo que a sua ideia manda, a isso se chama liberdade de ideias, e no nosso caso, liberdade de imprensa.</p>
<p>É assim que funcionamos, mas também é gratificante para nós sabermos que temos esses políticos atentos ao que é publicado aqui, por quem nos procura para expressar as suas ideias, sejam políticos ou cidadãos porque o <strong>Diário do Distrito</strong> é um media de relação aberta a todos os nossos queridos leitores, que na nossa página do Facebook já ultrapassam os 32 850 seguidores!</p>
<p>Somos o <strong>Diário do Distrito</strong>, aquele media rebelde que está aqui para alertar e divulgar o que está mal. E quem não gostar, pode sempre ler apenas os tais jornais que comprou com publicidades ou aqueles que apenas divulgam a ‘sua verdade’.</p>
<p>Boa semana!</p>
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		<title>A ilha do Seixal que dá joias aos media nacionais</title>
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				<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 14:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Favores]]></category>
		<category><![CDATA[Institucionais]]></category>
		<category><![CDATA[Joias]]></category>
		<category><![CDATA[Seixal]]></category>

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				<description><![CDATA[<p><span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span> Nos últimos tempos temos vivido ao sabor de um Verão não muito escaldante, mas também não muito frio, um Verão que nos convida a visitar um pouco daquilo que se podia chamar a ‘Ilha do Seixal’. Quem está a perder o seu tempo com a leitura deste meu primeiro editorial, deve-se de estar a interrogar [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<span class="rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura:</span> <span class="rt-time">2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span><p>Nos últimos tempos temos vivido ao sabor de um Verão não muito escaldante, mas também não muito frio, um Verão que nos convida a visitar um pouco daquilo que se podia chamar a ‘Ilha do Seixal’.</p>
<p>Quem está a perder o seu tempo com a leitura deste meu primeiro editorial, deve-se de estar a interrogar o porquê de eu me focar no Seixal e não noutra terra qualquer.</p>
<p>Em primeiro lugar gostaria de deixar aqui saudações para todos aqueles que já nos apelidaram de ‘Pasquim’, porque o Diário do Distrito é um jornal que não se verga a nada e nem a ninguém e o que escreve é baseado em factos e documentos, e em segundo lugar porque o Seixal nos últimos tempos tem dado “jóias” preciosas a alguns media nacionais que lhes vão descobrindo as peripécias malabarísticas de fazer uma política que muitas das vezes nos deixa a pensar como será possível.</p>
<p>Sim, porque atualmente o povo já não vai em festas, antigamente é que para fazer esquecer de alguns assuntos da terra, fazia-se uma festa e toma lá uns ‘canecos’ e uma musicazita e esquece lá isso.</p>
<p>Hoje em dia o povo já não vai em “cantigas” como dizem os populares mais sábios deste universo.</p>
<p>Mas para alguns, se não vai lá com festas, então irá com anúncios e “parques temáticos” que apenas pelo uso da marca destes, sem exclusividade, custou aos cofres da autarquia a módica quantia de 200 mil euros, pagos a uma empresa de média nacional…</p>
<p>Poder-se-ia perguntar desde quando é que uma editora de jornais e revistas tem negócios em parques aquáticos, mas cá por este cantinho à beira mar plantado já se viram coisas bem mais estranhas.</p>
<p>A isto acrescem os outros milhares de euros em promoção publicitária de festas, do tal parque de diversões aquáticas, surpreendentemente ou não, à mesma empresa editora de jornais.</p>
<p>Seixal é mais do que um pseudo-parque temático, onde estão as potencialidades de um concelho que pode dar mais de si a quem optou por fazer dele a sua casa?</p>
<p>Onde estão as obras importantes que foram prometidas e que nunca mais são realizadas?</p>
<p>É importante uma visão mais ampla para as necessidades dos habitantes, dos munícipes, porque esses estão cada vez mais exigentes.</p>
<p>É bom de futuro refletir para causas justas e corretas num concelho que pode dar mais de si e pode dar as verdadeiras jóias aos Seixalenses.</p>
<p>Boa semana!</p>
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