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Casos de Covid-19 aumentam no armazém do LIDL em Marateca

Sindicato acusa empresa de não cumprir regras e pediu intervenção da ACT e Delegado de Saúde

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A União dos Sindicatos de Setúbal (USS) acusa o entreposto do LIDL, na Marateca, de não cumprir as normas emitidas pela Direção Geral de Saúde, nomeadamente o plano de contingência.

A USS acusa a empresa de manter uma postura que lesa as normas de segurança, higiene e saúde no trabalho, no que diz respeito a matérias de prevenção de contágio da COVID-19 e atropelar declaradamente os direitos dos trabalhadores.

Num comunicado pode ler-se que os trabalhadores se amontoam nos corredores do armazém e que são obrigados a tomarem as suas refeições aglomerados no mesmo espaço.

A União de Sindicatos acrescenta que o LIDL recorre abusivamente á precariedade contratando trabalhadores temporários para postos de trabalho permanentes, não dá qualquer formação na área alimentar nomeadamente no manuseamento de produtos em armazém e não fornece os devidos equipamentos de proteção individual.

Continuam a aumentar os casos de contágio por COVID-19 em trabalhadores no entreposto, acrescenta a mesma nota.

O Sindicato do Comercio Escritórios e Serviços de Portugal já enviou um pedido de intervenção á Autoridade das Condições de Trabalho de Setúbal, bem como ao delegado de saúde com o objetivo de travar de imediato estes atropelos aos direitos dos trabalhadores e garantir a sua saúde e segurança.

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