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Carris Metropolitana arranca a 1 de Julho em Almada, Seixal e Sesimbra mas Áreas 1 e 2 só em 2023

A Transportes Metropolitanos de Lisboa garante que no próximo dia 1 de julho irá iniciar o serviço na Área 3, que corresponde aos concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra, com mais frequências, horários, linhas novas e uma frota de autocarros renovada.

«Neste período de Verão, entrarão em funcionamento 111 linhas que comparam com as 88 atuais, representando um aumento de veículos por quilómetro de 21%, 29% e 16%, respectivamente, nos dias úteis, sábados e domingos. Para já, circularão 339 viaturas, das quais 236 integralmente novas, diminuindo-se de forma muito significativa a idade da frota hoje em serviço» refere a nota da TML.


Entram também em funcionamento já no próximo dia 26 de junho os 5 ‘espaços navegante Carris Metropolitana’, lojas de apoio ao cliente, totalmente renovadas, e onde se podem efetuar operações de carregamento de títulos, pedidos de passes e outras operações relevantes para servir as populações.

A TML garante também que «no dia 1 de julho aumenta o serviço rodoviário da Área 4, que corresponde aos concelhos de Alcochete, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela e Setúbal, uma vez que o nível de serviço que se encontra a ser prestado ainda é inferior ao definido contratualmente na Carris Metropolitana, apesar de, para além de uma frota de autocarros totalmente nova, os horários, frequências e linhas hoje em funcionamento já ser superior ao que era praticado (antes de 1 de junho), registando-se níveis de procura acima do anteriormente verificado, em alguns eixos intermunicipais».

Já na Área 1, que corresponde aos concelhos de Amadora, Cascais, Lisboa, Oeiras e Sintra, e na Área 2, que corresponde aos concelhos de Loures, Mafra, Odivelas e Vila Franca de Xira, a entrada em funcionamento é adiada para dia 1 de janeiro de 2023, «uma vez que não estão garantidas as condições consideradas essenciais para a entrada em funcionamento do novo serviço, por razões da responsabilidade dos operadores prestadores de serviço nas Áreas 1 e 2».

Como motivos para o atraso, são apontados «a falta de um número bastante significativo de viaturas novas, a inexatidão nas datas da sua disponibilidade e a adequação dos sistemas de informação necessários à prestação do serviço de acordo com os requisitos do caderno de encargos e dos contratos firmados para as Áreas 1 e 2, são, entre algumas outras, as razões principais identificadas para que se considere que o serviço não está em condições de ser colocado em prática.

Nas Áreas 1 e 2, e até à entrada em funcionamento da Carris Metropolitana (1 de janeiro de 2023), a operação de transportes rodoviários decorrerá nas condições normais e habituais como até aqui.»

Os quatro operadores responsáveis pela operação da Carris Metropolitana nas quatro Áreas geográficas são contratualmente responsáveis pela adequação da operação rodoviária aos níveis de serviço que foram exigidos em caderno de encargos (i.e. renovação de frota e aumento significativo de oferta, entre outros) e por informar em momentos previamente definidos, eventuais factos que possam ser impeditivos para a entrada em operação nas datas previstas contratualmente, o que não se tem verificado com a antecedência necessária para a tomada de decisão.


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