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Carlos Sousa volta ao ataque às obras no Castelo de Palmela

+O candidato pelo Movimento Cidadãos pelo Concelho de Palmela volta a contra-atacar as obras que estão a ser feitas no Castelo de Palmela. Em causa está a estética a que Carlos Sousa apelida de “aberração”

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Foi através da página de Facebook (Carlos Sousa Palmela 2021) que o agora candidato pelo Movimento Cidadãos pelo Concelho de Palmela, Carlos Sousa, voltou a criticar as obras que estão a ser levadas a cabo no Castelo de Palmela.

A Câmara Municipal, liderada por Álvaro Amaro (CDU), no início de 2020 tinha anunciado que o Castelo de Palmela iria sofrer obras de mobilidade, a fim de dar possibilidade a todos os visitantes de mobilidade reduzida a conseguirem visitar o monumento. O projeto foi iniciado e para espanto de muitos a obra apresentou-se com uma plataforma metálica que percorre quase toda a área do Castelo. Lembre-se que o Castelo de Palmela já contava com uma estrutura metálica instalada há anos na conhecida ruína da Igreja de Santa Maria.

A obra parece estar a surpreender muita da população e até visitantes, o Diário do Distrito apurou no local que a obra que continua a ser realizada, para muitos dos visitantes do monumento não é vista com bons olhos, como o caso de Pierre e Martin, um casal francês que se diz chocado com a estética do possível passadiço que passa junto à antiga casa de Hermenegildo Capelo, já para Carlos Sousa, o agora candidato pelo MCCP, deixou este domingo na página oficial da candidatura o seguinte: “Caros concidadãos. E o ataque ao nosso Castelo continua. Vejam estas fotos, comparem o tamanho do trabalhador com a dimensão das vigas. Fazer uma pequena alteração na fachada de um imóvel no Centro Histórico é quase impossível, mas colocar esta “aberração” no Castelo de Palmela por iniciativa da Câmara Municipal de Palmela e segundo tudo indica com a aprovação da Direção Geral do Património Cultural, é possível!!! A volumetria e os materiais pesados utilizados não se coaduna com o princípio da reversibilidade. Este princípio esteve sempre presente na generalidade das intervenções realizadas naquele Monumento desde os anos 90, decorrente do PRAC (Programa de Recuperação e Animação do Castelo). O objectivo é nobre, mas sem dúvida que poderia ter sido projectada uma intervenção com muito menor impacto. E já agora mais uma questão! Para uma obra desta envergadura, porque é que não houve o bom senso de fazer uma reunião prévia com a população?”

O Diário do Distrito aguarda agora uma resposta da Direção Geral do Património Cultural sobre esta obra.

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