Campanha de moradores de Almada e Lisboa pela habitação para todos

A campanha 'Ninguém Fica para Trás' foi lançada no dia 18 de Março nas redes sociais e no Facebook já reúne mais de duas mil pessoas, e pretende respostas para fazer face às repercussões sócio-económicas do coronavírus.

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Faixas espalhadas em viadutos por Almada e Lisboa (algumas delas retiradas pela autarquia lisboeta), e apresentam frases como «Saúde para toda a gente», «Ninguém Fica para Trás – Casas para toda a Gente» e «Rendimento social de quarentena», são parte de uma campanha levada a cabo por residentes das referidas zonas.

A campanha ‘Ninguém Fica para Trás‘ foi lançada no dia 18 de Março nas redes sociais e no Facebook já reúne mais de duas mil pessoas, e pretende respostas para fazer face às repercussões sócio-económicas do coronavírus.

«Face à situação que vivemos provocada pela disseminação do COVID-19 é necessário enquanto comunidade exigirmos que ninguém fique para trás e que toda a gente tenha sempre direito a todos os direitos fundamentais a uma vida digna» pode ler-se na apresentação da campanha.

Este movimento pretende: Saúde para toda a gente; Casas para toda a gente; Gratuidade dos serviços essenciais; Rendimento social de quarentena; Manutenção dos postos de trabalho e Indulto de presos por crimes menores e dignidade para todos, segundo um comunicado enviado esta quarta-feira às redações.

O grupo, que se reúne virtualmente, tem organizado em média, uma ação por semana como a exposição de faixas por diversas janelas e varandas, colagem de cartazes nas ruas e um ‘mail-bombing’ (uma enchente de centenas de e-mails enviada de forma concertada, no mesmo dia e à mesma hora, a instituições de poder, como grupos parlamentares), segundo a nota.

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