Atualidade

Campanha “Cinto-me vivo” começa hoje, até 14 de setembro

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam hoje a Campanha "Cinto-me vivo".

- publicidade -

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam hoje a Campanha “Cinto-me vivo”.

Em comunicado, as entidades informam que “a campanha, que decorrerá entre os dias 8 e 14 de setembro, tem como objetivo alertar os condutores e todos os ocupantes dos veículos para a importância de utilizarem sempre os dispositivos de segurança, e integrará:

Uma componente de sensibilização, levada a cabo pela ANSR;

Operações de fiscalização, pela GNR e pela PSP, com especial incidência no cumprimento das regras do código da estrada e legislação complementar relativas à utilização de dispositivos de segurança, designadamente cinto de segurança, sistemas de retenção de crianças e capacete“.

Num mês que assinala o regresso às aulas e ao trabalho, “a ANSR, a GNR e a PSP sublinham a importância dos dispositivos de segurança:

Num embate frontal a 50 Km /h uma criança pode sofrer lesões equivalentes a uma queda de um terceiro andar – Utilize sempre uma cadeirinha homologada e adaptada ao tamanho e peso da criança, devidamente instalada;

Num embate a 50 km/h, uma pessoa sem cinto é projetada exercendo uma força de duas toneladas, podendo causar trauma grave nos ocupantes do veículo, em particular os da frente – Utilize sempre o cinto de segurança, em todos os lugares do veículo, e em todos os percursos, mesmo nos de curta distância.

O capacete devidamente ajustado e apertado reduz em 40% o risco de morte em caso de acidente – Use o capacete de modelo aprovado devidamente ajustado e apertado”.

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo

Permita anúncios

Detetámos que utiliza um bloqueador de anúncios.
Apoie o jornalismo sério e considere desativá-lo para o nosso site.
Saiba como desactivar: carregue aqui