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BE Moita reuniu com diretor do ACES do Arco Ribeirinho

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Elementos da Concelhia do Bloco Esquerda da Moita reuniram no dia 26 de outubro com o Dr. Miguel Lemos, diretor executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Arco Ribeirinho (Alcochete, Barreiro, Moita e Montijo), informam em nota enviada às redações.

A reunião teve como objectivo «abordar alguns dos aspetos que mais nos preocupam referentes ao funcionamento dos Centros de Saúde do Concelho da Moita»

Segundo a nota de imprensa, «nesta reunião foram abordadas as situações com que se debate a nossa população, que é utente dos cuidados de saúde, nomeadamente a falta de médicos de família, que ainda deixa em aberto mais de vinte mil habitantes na área geográfica das Freguesias da Baixa da Banheira, Alhos Vedros e Moita, apesar, de no último concurso para o preenchimento de vagas de médicos, das 17 vagas a concurso apenas se ter conseguido o preenchimento de 7, e para o concelho apenas 3, todas para a Unidade de Saúde da Moita. »

O BE Moita indica ainda a «grande necessidade de médicos para as outras Freguesias, situação com tendência a agravar-se com a passagem à reforma de alguns médicos, mesmo que estes continuem a trabalhar, apenas absorvem 50% dos seus atuais doentes».

Outro alerta tem a ver com a marcação de consultas para a ‘vaga do dia’ «que obriga muitos dos utentes com ou sem médico de família, a deslocarem-se de madrugada para a porta dos Centros de Saúde, para assegurarem uma consulta, o que nem sempre conseguem, foi considerado que esta situação poderá estar a caminho de resolução, alterando-se o horário e o funcionamento deste procedimento».

Relativamente «às longas filas de utentes, que atualmente se observam à porta dos Centros de Saúde, ocupando passeios e vias públicas, sem quaisquer condições de comodidade,  e que com o aproximar do inverno se torna ainda mais preocupante, foi dito que esta situação é motivada pelas limitações impostas à presença no interior dos centros de saúde devido à pandemia da COVID 19 e que tal situação está em  fase de resolução, através da montagem de estruturas de apoio, de forma a garantir alguma comodidade e dignidade à população que ali se dirige».

Em jeito de balanço, o BE Moita refere que «da conversa ficou claro que todos os intervenientes defendem um Serviço Nacional de Saúde, procurando a melhor qualidade dos serviços e do seu funcionamento, quer quanto a equipamentos e espaços físicos, quer quanto a recursos humanos, nomeadamente a médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar, garantindo assim uma melhor qualidade de vida da nossa população».

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