A juíza que ouviu Bruno Costa, mais conhecido pelo “Monstro do Barreiro” soltou o agressor de 60 ataques a mulheres com a medida de coação de apresentações periódicas na GNR.

Bruno Costa que foi detido na passada quinta-feira por inspetores da Polícia Judiciária de Setúbal por ser suspeito de agredir mulheres nas ruas da cidade do Barreiro, Moita e Lisboa, ficou em liberdade com a medida de coação menos pesada, apresentações periódicas no posto da GNR de Fronteira (Portalegre), onde atualmente vive com a mãe.

O “Monstro do Barreiro” como ficou conhecido depois de protagonizar cerca de 60 ataques a mulheres que caminhavam na rua sozinhas, foi levado a uma juíza do Tribunal do Barreiro que o ouviu em primeiro interrogatório e que o colocou em liberdade com Termo de Identidade e Residência (TIR) e o proibiu de entrar nos dois concelhos onde efetuou a maioria das suas agressões.

Bruno Costa terá molestado, atacado e agredido dezenas de mulheres na ultima década, levando as vitimas a apresentarem queixa nas autoridades contra aquele que apelidam de “Monstro do Barreiro”.

Segundo a edição do CM online, o agressor já terá importunado adolescentes num jardim de Fronteira. O homem, de 31 anos, assumiu todas as acusações de que é alvo. Nos últimos dias esteve hospitalizado na ala de psiquiatria do Hospital do Barreiro mas acabou por sair com alta e com a promessa de tomar todos os medicamentos. A mesma edição relata um episódio de que Bruno Costa terá encostado uma faça ao pescoço e rasgou as roupas, para violar, uma jovem que foi ajudada por um popular que passava na altura do ataque.

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