Opinião

Atletas Trans ou o fim do desporto feminino

Uma crónica de Bruno Fialho.

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Qualquer pessoa deve ter o direito a sentir-se como quiser, a mudar de nome e o sexo de nascimento no bilhete de identidade ou até fazer cirurgias para mudar o corpo, quanto a isso, penso que a grande maioria das pessoas está de acordo.

O grande problema reside quando os extremistas defensores da ideologia de género e os radicais LGBT´s começam a exigir que a ciência, as leis da biologia e da genética sejam modificadas ou adaptadas para satisfazer muitas das insanidades que defendem.

Em bom português, não é por cortarmos o alongado maxilar superior de um espadarte, que naturalmente é confundido como sendo o seu nariz, mais conhecido como “espada”, que esse peixe passa a ser considerado um atum.

Da mesma forma, não é por “cortarmos” o órgão sexual de um homem que ele passa a ser uma mulher, mesmo que ele se sinta uma mulher e deseje muito sê-lo, porque genética e biologicamente será sempre um homem.

Assim, hoje em dia a nossa maior preocupação deve ser proteger as crianças dos infames e repugnantes ataques que têm sido feitos nas escolas, nos programas de televisão infantis e, agora, até na Disneylândia onde se deixou de dizer a célebre frase que anunciava o fogo de artificio no Reino Mágico da Disney na Flórida: “Ladies and Gentlemen, Boys and Girls”… para se passar a dizer “dreamers of all ages”…

Depois, é lamentável ver que a classe política mundial está podre, pois, na sua grande maioria, têm sido os piores políticos a ser eleitos, seja porque se vendem aos grandes lóbis, seja porque nunca trabalharam ou fizeram algo na vida para além da política e estão dependentes do partido.

Essas são umas das razões de termos demasiados políticos (homens e mulheres) a defender o chamado politicamente correcto, desde a diversidade dos 1001 géneros até à linguagem neutra, sem perceberem que, neste ponto, a língua de qualquer país não pode ser alterada por decreto, mais ao menos à imagem do espadarte, que não é por se cortar a sua “espada” que passa a ser atum.

E é na questão dos géneros no desporto que “a porca torce o rabo”, porque não se pode permitir que alguém que nasceu homem possa competir com mulheres, porque tem uma vantagem genética muito superior, em particular em desportos onde a força predomina.

Relembro que em média, os homens têm  cerca de 4,5 a 5,6 litros de sangue no corpo, enquanto as mulheres têm cerca de 3,4 a 3,9 litros. Para além disso, o sangue dos homens é mais rico em hemoglobina e glóbulos vermelhos, e todas essas diferenças fazem com que mais oxigênio atinja os músculos de um homem durante a atividade física, permitindo a tal vantagem que referi acima.

Acredito que estas polémicas no desporto feminino irão ajudar a conseguirmos travar a insanidade dos lóbis que querem acabar com a heterossexualidade, com a família e várias tradições que existem há milhares de anos.

Volto a repetir, acredito que se deva permitir a quem não se sinta bem com o seu corpo que possa mudar seja o que quiser nele, incluindo no cartão de cidadão, e que ninguém deva ser discriminado pela opção sexual que tome.

Todavia, a partir do momento em que aqueles que se arrogam defensores da igualdade tentam tirar proveito das suas opções sexuais, seja no desporto ou na sociedade em geral, então devemos ser firmes na defesa da ciência e dizer não às loucuras que nos querem impingir.

Por último, se o lóbi LGBT no desporto não for travado, então vamos assistir ao fim das modalidades femininas, porque os homens que mudam o cartão de cidadão para serem mulheres vão vencer todas as provas e acabar com o desporto feminino.


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