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‘Associação Montijo Primeiro’ não se apresenta às eleições autárquicas

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A Associação Montijo Primeiro (AMP) informa que não irá concorrer às próximas eleições autárquicas.

No comunicado enviado ao Diário do Distrito, a AMP indica que «na conferência de imprensa de apresentação da AMP, no dia 18/02/2019, afirmámos que a nossa participação nas autárquicas podia, ou não, acontecer.

Passados 28 meses, desde então, entendemos não estarem reunidas as condições necessárias para uma participação empenhada e em condições de igualdade com as principais candidaturas concorrentes à presidência da Câmara Municipal de Montijo.»

O documento frisa ainda que «em dois anos de constituição da AMP orgulhamo-nos de ter contribuído para o aprofundamento da democracia participativa em Montijo. Foram muitas as iniciativas que empreendemos neste caminho de agir em prol do bem-estar da nossa comunidade.»

O presidente da AMP, Alcídio Torres, aponta depois alguns «exemplos ilustrativos dessa participação e dos contributos, tantas vezes inexplicavelmente ignorados, pelo actual poder executivo», que passam pelo «contributo  para a recolha de 890 assinaturas para exigir à CM de Montijo a instalação da Loja  do Cidadão; campanha de solidariedade para compra e entrega a instituições do concelho de 2.500 máscaras cirúrgicas; de propostas para a isenção do pagamento da factura do preço da água a empresas e famílias do concelho, entre os meses de Abril e Maio de 2020, proposta recusada pelo executivo municipal; propostas feitas ao executivo municipal para uma cidade inteligente, mas completamente ignoradas pelo mesmo; denúncias sobre a ilegalidade cometida pelo presidente da Câmara de se recusar a reunir, durante 6 anos, o Conselho Municipal de Segurança.

Por último, a AMP recomenda «uma grande participação no acto eleitoral de 26 de Setembro e apelar ao voto nos partidos que se apresentem com propostas e intenções opostas à paralisia do actual executivo e suficientemente inovadoras para modernizar o concelho, promover o desenvolvimento sustentado, a habitação e o emprego» e não recomenda «o voto no actual executivo municipal que manifestou, ao longo dos últimos 4 anos, uma postura anti- democrática, não respeitadora das diferenças, do pluralismo das oposições e, muito menos, da democracia cidadã, e que não fez uma única obra estrutural nos últimos 4 anos, não cumpriu parte importante das suas promessas eleitorais, nem nada fez para transformar Montijo no concelho moderno do século XXI.»


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