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Associação criada para apoiar movimento cívico ‘SOS Sado’

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Foi constituída uma associação sem fins lucrativos como suporte jurídico ao movimento cívico SOS Sado, de forma a agilizar os próximos passos na luta contra as dragagens no rio Sado.

A criação da associação ocorre depois do Tribunal de Almada não ter aceite a providência cautelar interposta pelo movimento SOS Sado, por não reconhecer a este a ‘personalidade jurídica colectiva’, conforme o Diário do Distrito noticiou.

Na sua página no Facebook, o movimento de cidadãos indica que «a tomada deste passo é motivada pela necessidade de garantir personalidade jurídica popular junto dos tribunais e para outras acções que estão planeadas para os próximos dias».

E reforça que «este movimento nasceu da iniciativa apartidária de cidadãs e cidadãos de Setúbal, unidos no desejo de combater as gigantescas dragagens planeadas pela APSS – um crime ambiental motivado pela ganância e visão curta de quem fecha os olhos à inigualável riqueza do património natural, cultural e social do estuário do rio Sado.

A defesa deste património – que a todas e todos pertence – não deveria ser condicionada por questões de natureza organizacional, como aliás refere a Constituição da República Portuguesa e a Lei de Bases do Ambiente.

Foi e é este o princípio que guia o movimento SOS Sado.»

Por fim, o movimento deixa o agradecimento «às concidadãs e concidadãos que nos dirigiram palavras de apoio e válidos conselhos sobre a forma futura de actuar» e apela a que todos se «mantenham atentos a esta página nos próximos dias. Será necessária a vossa ajuda para que este movimento – de que todas e todos, sem excepção, fazem parte – possa continuar a lutar pelo equilíbrio e bem-estar de uma das áreas protegidas mais relevantes do país.»

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