Setúbal

Assalto na Quinta da Serralheira gera indignação por falta de policiamento na zona

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Os moradores da Quinta da Serralheira em Setúbal vivem em sobressalto com a insegurança que dizem sentir e a falta de policiamento na zona.

A situação ontem tomou maiores proporções com um assalto a uma moradia na Rua dos Pinheiros, por volta das 21h00.

Os populares que chamaram as autoridades dizem que os “dois indivíduos” de etnia “cigana” vinham numa “carrinha Mercedes Benz Classe C, de cor cinza”.

A proprietária do imóvel no grupo de moradores no Facebook “Amigos e Vizinhos da Quinta da Amizade, Vale Ana Gomes e Serralheira” disse que os criminosos “entraram pela janela do primeiro andar do quarto” com recurso a “um pé de cabra” e que “desligaram o alarme da casa”, embora ainda sem perceber como o conseguiram fazer.

A revolta dos moradores face à insegurança que se faz sentir na zona foi partilhada por muitos: “Não se vê uma autoridade pelos bairros…”, alerta uma moradora no referido grupo.

Os moradores começam mesmo a analisar outras formas de garantir a segurança policial, uma vez que se sentem inseguros e sem policiamento nas ruas: “Concordo com o guarda nocturno, mesmo em tempos já tinha falado nisso”, propõe uma habitante da zona.

Os moradores queixam-se também de carros a rondar as habitações: “Este carro foi por diversas vezes [visto] a rondar os bairros” e “já foram vistos por diversas vezes, num Mercedes e num Citroën”.

As assaltos, bem como as tentativas, na zona não se ficam por este episódio isolado: “No Natal passado tentaram entrar no meu quintal, mas consegui ver pela câmara e voltei a casa… Tive um Natal horrível preocupada com a casa”. Outro morador denuncia um assalto a uma casa em construção, no passado dia 23 de outubro: “Hoje a chegar a uma das minhas obras (…) deparei que me tinham partido o vidro de uma janela e roubaram todo o interior”, denuncia no grupo citado.

O Diário do Distrito contactou a GNR, nomeadamente o comando territorial de Setúbal, para obter mais informações sobre a ocorrência e a falta de autoridades na zona, mas ainda não obtivemos declarações.

Para mais informações, clique aqui.

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