Opinião

AS LUZES DE NATAL

Uma crónica da inteira responsabilidade de Bruno Fialho | Presidente do ADN

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Iniciámos oficialmente a data mais hipócrita da política nacional, e acredito que mundial, nomeadamente, o chamado mês do Natal.

Este ano, fruto da submissão a demasiados interesses obscuros, a União Europeia tem fingido que ajuda a Ucrânia com milhares de milhões de euros desperdiçados em armamento inútil e aplica sanções à Rússia que apenas prejudicam os europeus, quando devíamos estar a falar era de PAZ!

Mas, como a Paz não paga aos construtores e traficantes de armas e, acima de tudo, impede que os Estados Unidos da América possam cumprir com a submissão desse país aos lobistas que ganham biliões de dólares por ano através do dinheiro adjudicado ao orçamento do Estado para as Forças Armadas, as guerras têm de continuar, porque só morre quem é do povo e “eles” não se consideram do povo.

Depois, relembro que estivemos dois anos a financiar mais biliões de euros para inoculações ineficazes, que agora a maioria que não deu “ouvidos” na altura aos verdadeiros especialistas que não tinham avenças com laboratórios e farmacêuticas e não quis saber do “consentimento informado”, percebeu, demasiado tarde que existe um novo vírus chamado de “morte súbita”.

Nunca se assistiu a tantos casos de morte súbita de pessoas saudáveis, mas a comunicação social, que é um dos lacaios do governo, passa ao lado de um dos maiores flagelos mundiais.

Ou seja, depois de biliões de euros desperdiçados em guerra e inoculações ineficazes, estão a obrigar os europeus a fazer restrições no Natal, que se irão estender aos próximos anos, enquanto em Bruxelas e nos respectivos parlamentos nacionais os “eleitos” vivem à grande e à francesa!

Assim, porque todos os bens, essenciais e não essenciais, estão pela hora da morte, porque os juros à habitação estão numa escalada proibitiva e porque a electricidade, devido aos preços praticados pelos nossos “amigos chineses”, não pode ser usada para o nosso conforto familiar, a maioria dos políticos e autarcas nacionais decidiu “poupar” nas luzes de Natal.

A ideia até parece fazer algum sentido, mas depois apercebemo-nos de que o povo não passa fome ou apenas tem dificuldades durante a época do Natal.

É aqui que devemos ser politicamente sérios e questionar o seguinte: e as despesas anuais de milhares de euros com arte em espaços públicos, que poucos consideram arte, na minha opinião a grande maioria são verdadeiras aberrações, mas que enchem os bolsos de muitos amigos, isso não devia ser abolido?

E as despesas de governantes e autarcas com jantaradas em restaurantes de luxo, isso não deveria ser abolido? E será que esses autarcas irão realizar algum jantar de Natal para os funcionários que são pagos pelo dinheiro dos contribuintes?

Ora, aqui está uma situação que nunca consegui entender. O funcionário da Câmara Municipal tem direito a um jantar de Natal pago com o dinheiro dos contribuintes, mas os contribuintes não têm direito a nada!

Os funcionários públicos não trabalham para os partidos ou para os organismos públicos, trabalham para os portugueses! Esta é uma mentalidade que tem de ser rapidamente alterada, para termos um melhor funcionalismo público!

Poderia continuar a dar centenas de exemplos de despesas feitas fora ou durante a época do Natal que poderiam ser abolidas para que os portugueses não tivessem de pagar os criminosos impostos que pagam e pudessem ter uma vida melhor, mas não quero maçar os leitores com uma enciclopédia de despesas irracionais, que poucos contestam nas urnas…

Mas, tendo em consideração as eleições dos últimos 47 anos, podemos afirmar que os portugueses gostam de ser enganados, por isso, dizem os autarcas, vamos lá gastar o dinheiro das luzes de Natal em adjudicações automáticas para os amigos que ninguém vai perceber, a fim de ficar bem na fotografia e deixamos as pessoas, principalmente as crianças, sem sonhos.

Sejam bem-vindos à hipocrisia política do Natal, aquela que a maioria dos portugueses aplaude de pé…


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