APG/GNR prepara protesto para o desfile comemorativo da Revolução de Abril

A Associação dos Profissionais da Guarda APG/GNR irá participar «de forma significativa e visível nas comemorações» da Revolução de Abril, nomeadamente no desfile que tem lugar durante a tarde em Lisboa no dia 25 de Abril.

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A Associação dos Profissionais da Guarda APG/GNR irá participar «de forma significativa e visível nas comemorações» da Revolução de Abril, informa a APG na sua página da rede social do Facebook.

«Foi o 25 de Abril que permitiu uma Lei Fundamental que garante a igualdade entre todos os cidadãos, lei essa que o Governo jurou cumprir e fazer cumprir.»

A participação da APG foi decidida em plenário conjunto que decorreu no dia 15 de Abril, na Casa do Alentejo, promovido pela ANS (Associação Nacional de Sargentos), pela APG/GNR (Associação dos Profissionais da Guarda), pela AOFA (Associação dos Oficiais das Forças Armadas), pela ANSG (Associação Nacional de Sargentos da Guarda) pela ASPPM (Associação Sócio-profissional da Polícia Marítima) e pela AP (Associação de Praças).

Em causa está o descongelamento integral do tempo para a progressão na carreira «a que o Governo pretende passar uma borracha, quando adoptou postura diferente para as carreiras gerais da função pública», que a APG considera dever abranger também «os militares das Forças Armadas e os profissionais da GNR que se encontram na Reserva fora da efectividade de Serviço e na Reforma e os profissionais da Polícia Marítima na Reforma, não esquecendo os ex-militares Contratados que entretanto deixaram as fileiras e ingressaram na Administração Pública, a ANS, a APG/GNR, a AOFA, a ANSG, a ASPPM e a AP».

A APG critica ainda «o tratamento injusto, discriminatório e indigno que os militares das Forças Armadas, os profissionais da GNR e da Polícia Marítima receberam com a aprovação de um Decreto-Lei, em Conselho de Ministros do passado dia 4 de Abril, cujo texto final e conteúdo desconhecemos», refere a nota daquela entidade sindical.

«Numa altura em que ainda há dirigentes associativos alvo de processos disciplinares e crime por defenderem aqueles que representam, em que direitos de cidadania como o acesso à negociação e à organização colectiva ainda são vedados aos profissionais, mais que nunca, cumpre-nos reivindicar Abril.»

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