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APAV: Setúbal e Almada lideram os atendimentos a vítimas no distrito

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A APAV divulgou as Estatísticas APAV | Relatório Anual 2020 com os dados estatísticos reltivos aos processos de apoio desenvolvidos presencialmente, por telefone e online, no ano transato, pelos 69 serviços de proximidade da APAV.

Face ao trabalho desenvolvido em conjunto com autoridades e entidades nacionais e internacionais, a APAV apoiou diretamente 13.093 pessoas, de um total de 66.408 atendimentos nos vários serviços de proximidade (Gabinetes de Apoio à Vítima, Equipas Móveis de Apoio à Vítima, Polos de Atendimento em Itinerância, Sistema Integrado de Apoio à Distância, Sub-Redes Especializadas, Casas de Abrigo e Linha Internet Segura).

Cerca de 75% do total de vítimas diretas de crime eram do sexo feminino, cujas faixas etárias mais frequentes se situavam entre os 25 e os 54 anos de idade, representando um total de 38,3%.

Já de um total de 13.093 vítimas diretas, a APAV registou 13.113 autores/as de crime, sendo que destes, 65% eram do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 35 e os 54 anos (21,1%).

No distrito de Setúbal, os concelhos de Almada e de Setúbal lideram no número de vítimas apoiadas pela APAV, com um total de 181 e 163 atendimentos, respectivamente.

Seguem-se Seixal (130), Barreiro (106), Moita (57), Palmela (55), Montijo (39), Sesimbra (47), Santiago do Cacém (19), Alcochete (17), Sines (9), Grândola (8) e Alcácer do Sal (5).

A APAV recebeu uma média de 38 chamadas por dia e apoiou vítimas diretas de 290 municípios dos 308 existentes (94% do território nacional), e registou 19.697 crimes e outras formas de violência.

Os crimes contra as pessoas (95,1%), tiveram um maior destaque, com especial relevo para os crimes de Violência Doméstica (75,4%) e os crimes contra o património que, em 2020, representaram 2,5% do total assinalado pela APAV, registaram um aumento de 0,7% face ao ano transato.

Os locais do crime mais referenciados nos crimes foram a residência comum (54,1%) e a residência da vítima (16%) e em cerca de 46% das situações foi formalizada queixa /denúncia junto de pelo menos uma entidade policial, representando um aumento de 4% face aos registos de 2019.

O relatório destaca ainda «a atipicidade do ano de 2020, ano pautado pelo aparecimento da pandemia causada pelo covid19, viu o seu reflexo em alguns dos indicadores recolhidos e analisados neste relatório e que, oportunamente serão identificados».

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