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APAR lamenta morte de recluso no EP de Pinheiro da Cruz e exige inquérito

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A APAR – Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso lamenta o falecimento de um detido no Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz, Grândola e informa que tem sido contactada por outros reclusos com queixas de falta de acompanhamento clínico.

Na sua página no Facebook, a APAR informa ainda que durante a manhã dera conta que o falecimento tinha sido causado por suicídio, o que não se veio a verificar.

«A verdade é que, infelizmente, se confirma a morte de um preso no E. P. de Pinheiro da Cruz. Trata-se de um homem com idade próxima dos 45 anos» refere a APAR.

«Segundo soubemos o recluso vinha apresentando queixas aos Serviços Clínicos tendo sido observado na véspera da sua morte.

Vários dos seus companheiros têm-nos contactado revoltados por considerarem que o recluso não foi devidamente acompanhado pelos Serviços Clínicos que terão descurado a necessidade de condução ao Hospital para exames mais completos.»

A APAR informa ainda de que vai dar conta da situação às entidades competentes para a instauração de inquérito.

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