ANTRAM alerta para que a TST está a suprimir carreiras

A TST-Transportes Sul do Tejo pode estar já a suprimir carreiras devido a falta de gasóleo, segundo Luís Cabaço Martins, presidente da Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (ANTROP) referiu ao jornal Expresso.

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A TST-Transportes Sul do Tejo pode estar já a suprimir carreiras devido a falta de gasóleo, segundo Luís Cabaço Martins, presidente da Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (ANTROP) referiu ao jornal Expresso.

Na sua página, a TST alerta para que devido a «Perturbações no Abastecimento de Combustível», devido à greve realizada pelo Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), «poderão vir a ocorrer algumas perturbações na realização dos nossos serviços até que seja restabelecido o abastecimento de combustível.»

No entanto, em nota enviada ao jornal ‘Dinheiro Vivo’, a transportadora afrimou que está a fazer mudanças nas rotas para ligar os autocarros às estações de comboio, metro e até aos cais da Transtejo/Soflusa.

«Devido à falta de combustível, informa-se que a TST já se encontra a suprimir serviços. Os serviços da TST irão sendo progressivamente reduzidos ou suprimidos, à medida que as reservas de combustível da empresa se forem esgotando», informa a empresa detida pela Arriva em nota.

Nas afirmações de Cabaço Martins «as reservas próprias das transportadoras estão a esgotar-se e não parece que seja possível abastecer na rede geral» e admite que dentro de um dia a rede de transportes rodoviários entre em rotura.

As 100 empresas do setor contam com uma frota de oito mil autocarros.

Também o Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas, que convocou a greve dos motoristas de matérias perigosas, garantiu que a adesão é total e estima que os transportes públicos esgotem os 40% do abastecimento de combustível de Lisboa e Porto previstos nos serviços mínimos.

 

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