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António Jaime Martins Candidato a Bastonário nas eleições da Ordem dos Advogados para o Triénio 2020-22

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António Jaime Martins, actual Presidente do Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados, lidera a candidatura “Fazer a Diferença” ao próximo Triénio de exercício na Ordem dos Advogados (2020-2022), concorrendo ao Cargo de Bastonário e Presidente do Conselho Geral.

Integram também a principal equipa da Candidatura, formalmente apresentada no passado dia 15 de Maio de 2019, pelas 18 horas perante uma sala cheia, na Sociedade de Geografia de Lisboa, à Rua das Portas de Santo Antão, o actual Presidente do Conselho Fiscal, Professor Doutor Jorge Bacelar Gouveia, que se recandidata ao mesmo Conselho; o actual Presidente do Conselho de Deontologia de Lisboa, Paulo Graça, que se candidata a Presidente do Conselho Superior; Alexandra Bordalo Gonçalves, candidata a Presidente do Conselho de Deontologia de Lisboa; e João Massano, actual Vice-presidente e, agora, candidato a Presidente do Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados.

Sob o lema “Fazer a Diferença” e contando com o apoio de diversas Delegações da Ordem dos Advogados, os elementos que integram a lista apresentaram as principais linhas programáticas do seu projecto que promete promover um necessário conjunto de mudanças na Ordem dos Advogados, bem como na forma como é vivenciada e olhada a advocacia nacional.

Assim, foram apresentadas questões prementes a ter em consideração pela equipa da candidatura “Fazer a Diferença”, como: a dignificação da advocacia, a melhoria das condições de acesso ao direito e à justiça, a reforma e modernização da estrutura orgânica da Ordem e na sua aproximação aos Advogados.

No decurso da sua intervenção António Jaime Martins não quis deixar de chamar a atenção para a necessidade de acompanhar e dar voz activa à Ordem dos Advogados no âmbito dos processos legislativos que envolvam temáticas da área da Justiça, continuando o candidato, enquanto Advogado a assumir uma voz crítica relativamente a todas as medidas para o sector da Justiça, sempre que assim o entenda, ainda que tal atitude possa continuar a levantar alguma oposição em termos institucionais e de classe.

Por sua vez, João Massano evidenciou a ideia de que a Ordem dos Advogados deve ter um papel activo, devendo continuar a apostar na formação e investir de forma decisiva em melhor serviço e melhor Justiça aos cidadãos, já que não deve ser vista como mera cobradora de Quotas aos seus associados.

As eleições para os Órgãos da Ordem dos Advogados decorrem em Novembro do corrente ano.

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