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André Ventura estranha ‘rapidez’ no processo movido por residentes no Bairro da Jamaika

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André Ventura, presidente do partido Chega, afirmou hoje que irá estar presente no tribunal a 10 de maio para responder num processo movido pela família do Bairro da Jamaika visada na campanha para as eleições presidenciais.

As declarações foram prestadas aos jornalistas em Bragança, em resposta à notícia avançada pelo jornal Diário de Notícias, de que foi processado por sete membros de uma família residente no Bairro de Vale de Chícharos, na freguesia de Amora, Seixal, conhecido pelos residentes como Bairro da Jamaika.

A família que intentou o processo acusa André Ventura por este ter utilizado uma fotografia em que estes moradores surgiam junto a Marcelo Rebelo de Sousa durante o debate televisivo na SIC, a 6 de Janeiro de 2021, para as eleições presidenciais.

Na altura, André Ventura apresentou a foto a Marcelo Rebelo de Sousa, que a reconheceu, e afirmou que ‘esta fotografia mostra tudo o que a minha direita não é.

Nesta fotografia o candidato Marcelo Rebelo de Sousa esteve com bandidos, e um deles é um bandido, verdadeiramente, e que tinha atacado uma esquadra policial.  E quando o presidente Marcelo Rebelo de Sousa foi à Jamaika, foi visitar os bandidos, não foi visitar os polícias envolvidos num desacato na zona’.»

O julgamento do processo movido pela família em causa está marcada para 10 de maio, que causou estranheza a André Ventura «pela rapidez do processo, quando outros processos ficam sete, e oito e nove anos à espera de decisões» e por alegadamente não ter sido contactado oficialmente.

«Quero manifestar a minha estranheza enorme por nunca ter sido contactado em relação a este processo, soube hoje também que o parlamento não foi contactado em relação a este processo e aparentemente está marcada uma audiência de julgamento para dia 10 de maio.

O André Ventura não fugirá à Justiça, enfrentará a Justiça no dia 10 de maio, o que eu disse mantenho exatamente nos mesmo termos, não vou voltar atrás.»

André Ventura disse ainda que não abandonará a política por causa deste processo e remete para os militantes as decisões sobre a continuidade da liderança.

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