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Opinião

Análise Política com João Garrett Condelipes

Uma crónica de João Condelipes

No primeiro semestre, na cobrança de impostos, o Estado teve um excedente de 1113 milhões de euros, muito devido à cobrança de IVA. Num país em crise, e em que nenhum dos sectores públicos funciona corretamente. Em Portugal, quase um milhão de portugueses ganha o salário mínimo nacional. Luís Montenegro criticou a asfixia fiscal transversal no País com as pessoas, que estão inundadas de impostos, e as empresas, que são castigadas com impostos.

Em 14/12/2021, a C.M. Setúbal questionou o marido de Rosário Murça (chefe nos recursos humanos da C.M.S.) Paulo Piteira, com morada fiscal em Loures, onde é vereador da CDU, se aceitava coordenar um grupo de trabalho por 6027€ mensais.


“Concordo e estou disponível”. A CDU perdeu Loures para o PS, mas Piteira encontrou noutra câmara CDU emprego

Outrora uma PPP, de referência a nível nacional, a gestão com base na ideologia, chegou a este estado, no Hospital de Braga.

Novamente sou forçado a relembrar, que Pedro Passos Coelho governou Portugal sobre supervisão de uma Troika, amarrado a um memorando acordado e assinado pelo PS de Sócrates, onde António Costa, era o número 2 desse executivo.

Consegue uma saída limpa do memorando, ainda antes do timing previsto pelo acordo assinado pelo PS, e VENCE as ELEIÇÕES em 2015!

Posteriormente à deposição de António José Seguro no Largo do Rato, Pedro Passos Coelho com um PSD como o partido mais votado em 2015, é impedido de governar pelo maior golpe de estado do Portugal democrático, que ficou conhecido como “geringonça”, o PS de mãos dadas com a extrema-esquerda, que nos trouxeram até este presente.

Na próxima semana, regressamos com nova sessão de sede aberta, Quarta-feira, dia 3 de agosto. Um espaço de partilha e debate de ideias onde existe espaço para todos os militantes e simpatizantes do partido!

Contamos convosco para que juntos, façamos mais por Alcochete!

O PSD de Alcochete, terá a sua sede aberta (no centro da vila) todos os dias, nas Festas do Barrete Verde e das Salinas, que começam a 12 e se prolongam até ao próximo dia 16 de Agosto. O maior acontecimento anual do concelho, e a sua principal festa. Como Alcochetano, que cresceu com a festa à porta de casa (música popular, feira e carrosséis, entre as 2 pracetas), e com o interregno provocado pela pandemia, já cheira à nossa festa, nas ruas da nossa querida Vila.

Como é regra, a maior “J” do concelho de Alcochete, a JSD de Alcochete, a única verdadeiramente activa, estará encarregue da animação junto à nossa sede, como é seu apanágio, teremos a oportunidade de estar junto dos nossos militantes e simpatizantes, bem como de todos aqueles que nos queiram visitar.

Com a abertura da chamada “silly season”, a crónica semanal infra, entrará no seu mais que merecido período de férias, tendo o seu regresso agendado para 3 de Setembro, acutilante como sempre, continuando a pressionar a ferida, onde mais dói num espaço para todos os que não se reveem numa governação Socialista a nível nacional, como a nível local!

Por fim, o meu singelo obrigado a toda equipa editorial do Diário do Distrito, por este novo projecto que abracei, e pela liberdade e apoio, com que sempre contei. A todos os meus leitores, que fielmente seguem semanalmente esta crónica, pelo vosso apoio e pelas inúmeras mensagens recebidas, com os mais diversos conteúdos e temáticas políticas, o meu enorme agradecimento pela vossa fidelidade, votos de umas excelentes férias a todo.(a).s, e até Setembro.

“O Alcochetano nasce entre o mar e a lezíria. Faz-se homem entre sal e a charneca. Torra-se ao sol do salgado seu tejo e morre, se for preciso, embarbelado entre os cornos de um toiro. Tais atributos de real valia, bem mereciam que alguma coisa os perpetuasse.”

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Texto publicado no programa das Festas do Barrete Verde e das Salinas, 1969, Dr. José Grillo Evangelista.

(Aos quatro ventos se propagandeou a lembrança, na imprensa (O Século), na rádio, na passa a palavra, de todas as formas e feitios se trabalhou. Todos os esforços se congregaram. E assim surgiram, as castiças e belas, as primeiras Festas do Barrete Verde e das Salinas, a 7 de setembro de 1941.)


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