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Ana Loureiro recusa dar nome de juiz que pratica sexo oral durante audiências

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Depois de ter estado na Assembleia da República (AR) numa comissão parlamentar a defender a legalização da prostituição em Portugal, Ana Loureiro, proprietária de uma “casa de acompanhantes” terá dito aos deputados que em Portugal existe um juiz que, alegadamente, recorre a serviços de prostituição para ter sexo oral enquanto ouve crianças de abusos sexuais em julgamento e por videoconferência.

O Conselho Superior da Magistratura (CSM) fez saber que iria inquirir Ana Loureiro para apresentar provas e o nome do juiz em causa, já que a proprietária da “casa de acompanhantes” foi muito explicita na Comissão Parlamentar e até fez os gestos de como o juiz colocava o telemóvel para fazer a videoconferência. A mulher ainda terá dito naquela comissão que o juiz dizia “espera, ainda não está a falar” fazendo o gesto, como a prostituta tivesse de joelhos a aguardar pelas indicações do juiz para iniciar o sexo oral.

Alguns deputados também avançaram com uma queixa na Procuradoria Geral de República (PGR) para que proceda à investigação do caso que foi relatado por Ana Loureiro, a mesma que questionou os deputados: “O que vai na cabeça deste juiz? E nós, podemos denunciar? Não, não podemos”.

O Órgão disciplinar dos juizes quer saber o nome do magistrado que, alegadamente, faz sexo pago enquanto inquire os menores, Ana Loureiro invocou segredo profissional para proteger juiz cliente. Aguarda-se agora pelas diligências da PGR.

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