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Ana Gomes avança para extinguir o partido Chega

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Ana Gomes avançou com a queixa na Procuradoria-Geral da República (PGR) para a “reapreciação da legalização do Chega”, de acordo o Diário de Notícias.

Promessa tinha sido feita pela mesma caso vencesse as eleições. Mesmo não vencendo, avançou com uma extensa lista composta por vários pontos que considera justificarem tal ação.

“O Tribunal Constitucional e o Ministério Público não podem continuar a eximir-se à responsabilidade que lhe está cometida”, afirma a ex-deputada, pedindo à PGR que “instrua o Ministério Público a desencadear um processo de reapreciação da legalidade do Partido Chega pelo Tribunal Constitucional e de consideração da eventual extinção judicial desse partido”.

Pede também a investigação e origem do financiamento do Chega e dos seus líderes, e igualmente “as agressões, ameaças e incitamentos à violência que o referido partido, seus dirigentes e diversos militantes vêm desencadeando contra jornalistas e ativistas políticos, incluindo a signatária”.

Fala também das várias ameaças e ofensas que foi vítima na rede social Twitter, “incluindo com a ominosa instigação pública “não és bem vinda””, que foram sempre denunciadas quando detetadas.

Salienta que “cabe ao Ministério Público requerer a extinção de partidos políticos qualificados como partido armado ou de tipo militar, militarizado ou paramilitar, ou como organização racista ou que perfilha a ideologia fascista”.

Ana Gomes diz que fará chegar a queixa “à presidente da Comissão Europeia, ao presidente do Parlamento Europeu, ao diretor da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia, ao secretário-geral do Conselho da Europa, ao secretário-geral da ONU e aos diretores da Europol e do Eurojust”.

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