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Amora | Nuno Melo apoiou colocação de cartaz da Juventude Popular frente à Festa do Avante!

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O presidente do CDS-PP, Nuno Melo, acompanhou na tarde desta quinta-feira uma ação levada a cabo pela Juventude Popular, na Amora, frente a uma das entradas para a Festa do Avante!.

Esta ação foi a colocação de um cartaz com os dizeres ‘Não há Guerra como Esta’, numa critica ao posicionamento do PCP sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia e «considerando que aqueles que vão e compactuam com o festival, estão a desconsiderar e a esquecer-se da Guerra que decorre na Ucrânia desde fevereiro» refere a nota de imprensa da JP enviada ao Diário do Distrito.

«Se o PCP branqueia a Guerra e a apoia, a JP será o megafone da mesma, principalmente dos que com ela sofrem.

Assim, sob o mote ‘Não há guerra como esta’, fazendo referência ao conhecido slogan ‘Não há festa como esta’ e à própria estética do Avante!, a JP destaca no seu outdoor o massacre que acontece em plena Europa».

Na mesma nota a Juventude Popular refere que «Kharkiv, Bucha, Odessa e Mariupol são ‘cabeças de cartaz’, enquanto, exemplos como tortura, bombardeamento de alvos civis, destruição de património cultural, massacres e crimes sexuais surgem como ‘artistas secundários’ deste ‘festival’ dos jovens do CDS-PP.

Não faltam ainda referência a jornalistas e outras figuras que foram brutalmente assassinadas.»

Citado pela nota, Francisco Camacho, presidente da Juventude Popular, afirma «se o PCP continua a relativizar a guerra, não condenando a invasão russa, nós fazemos questão de relembrar as consequências disso, à porta de sua casa. Os cidadãos russos vivem sob uma ditadura digital, por isso compreendemos que não saibam bem que existe uma guerra cheia de mortos, famílias desfeitas, cidades destruídas. Mas, em Portugal, vivemos em democracia e na era da literacia digital: aqui não há motivos para andarmos de olhos fechados, ignorantes quanto ao que se passa na Ucrânia.

Mesmo ao fim de seis meses, o PCP continua com a mesma postura diante a guerra. O nosso objetivo é que esteja sozinho nesse fanatismo cego.»

Para a JP, «não é admiração que o PCP e o seu secretário-geral Jerónimo de Sousa neguem que esta guerra seja real, dado que negam há 90 anos o Holodomor, entre outros crimes cometidos em nome do comunismo, e que não sabem o que é o livre arbítrio, ou o conceito de democracia.»


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