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Agir responde a ataque de que se refugia “nas tatuagens e nas drogas” e que é ” péssimo exemplo”

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O cantor Agir fez um vídeo no Instagram a reagir a um seguidor que o ofendeu: “Honestamente, e sem querer ser insidioso, mas o aspeto do Bernardo Carvalho Costa é, no mínimo, repudiante. Está com péssimo aspeto. É compreensível que ele não se sinta bem com o corpo e com a aparência dele e se refugie nas tatuagens e nas drogas. Mas dá um péssimo exemplo às pessoas mais novas que o seguem. Ele deveria ser ajudado urgentemente. Todos os sinais de uma pessoa perturbada interiormente estão lá”, escreveu o internauta.

O artista resolveu então responder: “Infelizmente, este tipo de comentário e ofensas já são um bocadinho o pão nosso de cada dia. Estou relativamente habituado“, afirmou. “Mas neste caso em concreto, este comentário retrata alguns tipos de preconceitos e estereótipos que acho que ainda, se calhar, valem a pena desmontar“.

E continuou: “Honestamente, e sem querer ser insidioso, mas o aspeto do Bernardo Carvalho Costa é, no mínimo, repudiante. Está com péssimo aspeto. É compreensível que ele não se sinta bem com o corpo e com a aparência dele e se refugie nas tatuagens e nas drogas. Mas dá um péssimo exemplo às pessoas mais novas que o seguem. Ele deveria ser ajudado urgentemente. Todos os sinais de uma pessoa perturbada interiormente estão lá”, disse o internauta. 

O cantor mostra repudia: “Ele junta um problema de saúde mental com tatuagens e drogas. Portanto, quase como se uma pessoa quando tem problemas de saúde mental automaticamente quer fazer tatuagens e claro que dá nas drogas. Eu tive realmente uma fase mais boémia e mais maluca quando era adolescente e, curiosamente, nessa fase não tinha uma única tatuagem. Com 20 anos abandonei essa vida maluca porque – nada de super grave – tive aquilo que quem exagera um bocadinho nisso passa, que é por ataques de ansiedade e de pânico“, começou por destacar. 

Uma vez que já teve alguns excessos, mas que desde os 20 anos que “não toca num cigarro, num copo de álcool, numa ganza, em rigorosamente nada“. “Isto é irrelevante para o assunto, mas é curioso que na altura em que viva assim e cometia alguns excessos, eu teria a imagem que esta pessoa acha que é a normal. Se calhar se ele me visse na rua ia achar que eu estaria super saudável. Só me comecei a tatuar com 22, 23 anos“.

“[…] Acho que todos nós temos uma tatuagem ou pelo menos temos um amigo no grupo que tem tatuagens. Já todos sabemos que ter tatuagens não é sinónimo de dar em drogas – o que não quer dizer que não possa acontecer, cada um saberá de si. Mas a parte mais grave disto é a parte de saúde mental. Acho que com a saúde mental não se brinca e não podemos associar com esta leviandade a saúde mental a coisas como tatuagens e afins“.

Agir reforça que “está muito bem consigo mesmo e com as suas tatuagens”. “Têm que se sentir bem na vossa pele, seja com tatuagens ou sem tatuagens“, realçou. 


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