Agência de Energia e Ambiente da Arrábida atua no desenvolvimento de edifícios inteligentes

A iniciativa monitoriza o consumo energético de 29 edifícios públicos dos municípios de Setúbal, Sesimbra e Palmela.

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A ENA, Agência de Energia e Ambiente da Arrábida, pretende contribuir para a melhoria da capacidade de inovação dos Municípios na sua área de intervenção. Através da criação de um ecossistema de inovação que envolve empresas, centros de investigação, academias e autoridades públicas, é intenção deste organismo criar as condições necessárias para a implementação do conceito Smart City. Para tal, a ENA pretende partilhar informação e conhecimento sobre edifícios inteligentes e possibilitar novos produtos/aplicações, aumentar a capacidade de gestão da energia, abrir oportunidades para investigação, tornar os edifícios mais eficientes, comunicar os valores da eficiência energética e estabelecer políticas mais informadas.

Ao abrigo do programa Interreg Mediterranean da União Europeia e por este financiado, decorreu no passado dia 10 de outubro, um Workshop de capacitação de parceiros para a implementação do projeto ESAMARTCITY. O programa considera o desenvolvimento de projetos-piloto ao nível do desempenho energético de edifícios e iluminação pública, com o objetivo de implementar e testar soluções tecnológicas que permitam aos municípios melhorar as condições de funcionamento e aumentar a qualidade dos serviços prestados aos cidadãos.

Assim, a ENA está a desenvolver um projeto-piloto que decorrerá em 29 edifícios públicos dos concelhos de Setúbal, Sesimbra e Palmela, que incluem quatro mercados municipais, cinco espaços culturais, três paços de concelho, três escritórios, sete escolas e bibliotecas e sete recintos desportivos. Nesta fase, serão monitorizados e controlados os consumos energéticos destes edifícios através de sistemas inteligentes. Ao monitorizar, analisar e sistematizar em tempo real os dados de consumo de energia dos edifícios, a ENA desenvolve informação essencial à gestão e coordenação energética por parte dos serviços municipais, permitindo o planeamento de intervenções e investimentos nos mesmos com base nas necessidades reais verificadas.

Neste contexto o workshop serviu para a criação de um grupo de debate para análise dos dados recolhidos e das lições aprendidas por todos os parceiros, bem como abordar as evoluções tecnológicas que se venham a verificar e refletir sobre o tratamento da informação recolhida e como a disponibilizar a PME’s e meios académicos para que mais entidades possam beneficiar deste programa piloto.

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