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Afinal, Bento XVI admite ter sido informado sobre abusos sexuais

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O Papa Bento XVI admitiu esta segunda-feira ter estado, afinal, presente na reunião de 1980 na qual foi discutido o comportamento de um padre que alegadamente cometeu abusos sexuais contra menores.

Na semana passada, um relatório independente sobre alegados abusos sexuais em Munique acusou Bento XVI, então arcebispo daquela arquidiocese de “inércia” em pelo menos quatro casos conhecidos que terão ocorrido sob a sua hierarquia. Inicialmente, Bento XVI tinha negado a sua presença na reunião e refutou “contundentemente” as acusações.

Mas hoje, o Papa Bento admite ter participado nesse encontro e justifica a sua anterior negação com um “erro na edição do comunicado”.

A confissão foi divulgada esta segunda-feira num comunicado enviado à Agência Católica de Notícias pelo seu secretário pessoal, o arcebispo Georg Gänswein. Segundo este, o erro no anterior comunicado “não foi cometido por maldade”, sendo apenas “o resultado de uma falha no processo editorial”.

Bento XVI “pede muitas desculpas” por este erro e pede para ser perdoado, declarou o secretário.

Segundo avança a RTP, o relatório contempla centenas de casos de abuso sexual ocorridos dentro da Igreja Católica alemã, desde o período pós-guerra até praticamente ao presente.

Os advogados que apresentaram o relatório adjetivaram como um “equilíbrio de horrores” a sua análise dos casos de abuso que abordaram no estudo.


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