Opinião

AD/ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA, UMA SOLUÇÃO VENCEDORA!

Uma crónica de Bruno Fialho

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Se lhe perguntasse que relevância tem o dia 5 de Outubro em Portugal, o que responderia?

Provavelmente acertou, sobretudo se for do tempo em que os alunos só passavam de ano se tivessem mais notas positivas do que negativas.

O dia 5 de Outubro é o dia comemorativo da independência de Portugal, em 1143, e da implantação da República, em 1910.

Ambas as datas, independentemente da sua ideologia política, têm um peso muito relevante na história de Portugal.

Estou convicto que o dia 5 de Outubro de 2020 também irá ficar na nossa história, porque foi nesse dia que nasceu a AD/Alternativa Democrática, uma coligação que irá concorrer às eleições autárquicas de 2021.

A AD é uma coligação de partidos, movimentos, associações cívicas e cidadãos com relevo na sociedade civil que, como o nome indica, pretende ser a alternativa que irá mudar o sistema político que actualmente corrompe o nosso país e que irá pugnar para que sejam os próprios cidadãos a ter voz nas decisões que os afectam e não apenas os políticos profissionais dos partidos do poder.

Essa é uma das razões pelas quais esta coligação é diferente de qualquer outra que tenha existido em Portugal, pois irá permitir que os cidadãos voltem a poder participar nas decisões que lhes dizem respeito, sem terem de se submeter aos interesses dos aparelhos partidários.

Mas, a AD, ao contrário de outros partidos ou coligações, é uma verdadeira alternativa democrática, que não quer impor ideologias ou formas de viver em sociedade, simplesmente quer fazer o melhor pelos portugueses e por Portugal.

A nova lei das eleições autárquicas, aprovada em Agosto pelo PS e PSD, tentou acabar com a possibilidade de os cidadãos concorrerem por um grupo independente a essas eleições, algo que esta coligação irá combater, lado a lado com todos os portugueses que não se revêm na velha política de interesses partidários.

O início desta coligação, que ainda está longe de estar fechada, teve a participação dos seguintes intervenientes: Partidos políticos; Nós Cidadãos, PDR, do qual sou presidente, e o RIR. Movimentos/Associações; Democracia21, MAIS – Movimento de Cidadania Independente e a Associação PortvGraal. Cidadãos independentes; Carlos Medeiros (ex-fundador do Aliança) e António Ribeiro (membro da Associação Carta Cívica).

Todavia, outros partidos, movimentos e associações estão a ponderar a adesão à AD, pois é uma tarefa hercúlea aquela que está a ser realizada por todos nós.

Considero que esta nova forma de fazer política, mais próxima dos cidadãos, trará uma lufada de ar fresco a esta velha política de interesses e de corruptos.

Na AD ninguém é ou será mais importante do que o outro, pois é o bem-comum e a defesa intransigente do superior interesse dos portugueses que nos une e não os interesses partidários.

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A intenção da AD é crescer e, para além de outros partidos, agrupar a maioria dos movimentos e associações em Portugal num único objectivo, trabalhar em prol dos cidadãos e do país.

Assim, estou convicto que a AD, em 2021, será um dos dois vencedores das próximas eleições autárquicas, a par dos portugueses que estão fartos de serem espezinhados pelos interesses partidários daqueles que nos governam há 46 anos.

Por último, desafio todos aqueles que não se revêm nos partidos do poder e que querem limpar o lamaçal em que se tornou a política em Portugal que se juntem à AD/Alternativa Democrática.

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