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Acusado pelo MP da Moita por enviar fotos de cadáveres para ameaçar polícias

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O Ministério Público na Moita deduziu acusação contra um arguido pela prática de 22 crimes de ameaça agravada, de 15 crimes de pornografia de menores, 10 dos quais agravados, e de 1 crime de ameaça com prática de crime.

O arguido importou da internet imagens de conteúdo violento, designadamente cadáveres estropiados, e remeteu-as, em múltiplas ocasiões, por email para endereços de correio eletrónico de órgãos de polícia criminal acompanhadas de frases como ‘Morte aos polícias’.

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De acordo com a acusação, o arguido importou também da internet, armazenou nos seus equipamentos eletrónicos e divulgou imagens de crianças e adolescentes envolvidos em comportamentos sexuais ou contendo representações dos seus órgãos sexuais.

Ainda segundo a acusação, o arguido afirmou à sua psicóloga ter planeado o homicídio de um colega de trabalho, tendo fornecidos detalhes como o método que utilizaria e quando pretendia concretizar esse plano.

O arguido encontra-se em prisão preventiva desde outubro de 2020, tendo o Ministério Público promovido que aguarde os ulteriores termos do processo sujeito a essa mesma medida de cação. 

A investigação foi dirigida pelo DIAP da Procuradoria da República da Comarca de Lisboa, 2ª Secção da Moita com a coadjuvação da Polícia Judiciária.

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