Editorial

A queda de um Anjo!

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“Testemunhos da verdade, tanto vão de mão em mão, que se perdem com a idade, porque ninguém nasce ensinado, o que apreendi já está errado, não acredito no meu passado”. 

Começo hoje com um dos refrões da saudosa banda portuguesa Delfins, quando em 1987 cantavam para o mundo a “Queda de um Anjo”, isto tudo para dizer que em Palmela a política local está ao rubro, pois a oposição parece que começou agora a ler os ‘evangelhos da política’ e que acordaram para a vida dura e cheia de protesto de uma voz que é a do povo e que durante vários anos não foi ouvida. 

Podemos dizer que 66 mil patrões reclamaram anos após anos, mas parece-me que os funcionários (autarcas eleitos pelo povo) andaram a marcar passo estes anos.  

letra dos Delfins, diz ainda que << hoje é lei a constituição>> mas em Palmela, essa constituição ficou atrás de uma qualquer prateleira e ignorada, tal como a voz de protesto dos tais 66 mil patrões que tanto reclamaram e reclamam, mas cujas vozes não chegam aos funcionários que estão no alto e que só querem é festas e festinhas. Funcionários esses que sempre tiveram na mania do <<mas ninguém me dê conselhos, nunca gostei que a maioria, organizasse o meu dia a dia>>, infelizmente a letra que Miguel dos Delfins cantou em 1987 parece-nos que está atual para os tempos que vão passando por este território, que poderia ser uma autêntica arca do tesouro para todos aqueles que cá vivem. 

Pois alguns autarcas padecem de <<acreditar em democracia>>. Será que com o anúncio da candidatura de Carlos de Sousa, isso levará a Queda de um Anjo em cima de um Homem, que ao ganhar a idade, perde a razão? 

Vamos esperar para ver o que acontece em 2021.  As au

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