Opinião

A doença nacional não é o cepticismo, é a falta de justiça!

Uma opinião de Bruno Fialho

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António Costa falou há dias numa conferência organizada pela CNN Portugal, em Lisboa, sobre a possibilidade de haver revisões ao Orçamento do Estado  e respondeu ao entrevistador que há uma doença nacional que é o cepticismo.

Provavelmente o que António Costa não sabe é que para pessoas como ele o realismo não bate à porta, pois o facto de nunca ter trabalhado na vida, nunca ter tido de se preocupar em pagar contas, porque desde muito novo foi sempre o partido que as pagou, ou não ter noção de como vive 95% da população é efectivamente caso para chamar os portugueses de cépticos por lhe terem dado a maioria.

Ao contrário do que Costa disse, na minha opinião, a justiça é talvez, neste momento, a maior doença que este país tem.

E por falar em justiça, o que dirão todas as crianças que foram maltratadas, violentada, agredidas e mortas porque a justiça que deveria existir não funcionou?

Relembro que no dia 6 de Maio de 2020, escrevi neste jornal sobre a morte de uma criança de 9 anos, chamada Valentina, que foi barbaramente assassinada à pancada pelo pai e pela madrasta.

Infelizmente, como referi nessa altura, o nosso Código Penal é muito brando com os criminosos e o pai de Valentina apenas foi condenado a 25 anos de prisão e a madrasta condenada a 18 anos e nove meses, sendo que, depois de um recurso, o pai teve a pena de prisão reduzida em um ano e a madrasta teve direito a uma redução para metade da pena a que tinha sido condenada, tudo isto à boa maneira da justiça portuguesa.

Assim, hoje comento outra tragédia similar, que desta vez ocorreu com uma criança de 3 anos, a pequena Jéssica, a quem foram infligidos maus-tratos e agressões sexuais que levaram à sua morte.

Os responsáveis directos pela morte da Jéssica são a família de etnia cigana que a raptou e, pelo menos, a mãe da criança que, ao não ter denunciado à polícia o que estavam a fazer à sua filha e até ter estado presente numa festa em Setúbal enquanto a menina sofria às mãos dos raptores, é, na minha opinião, cúmplice deste crime.

Mas, ainda temos mais alguns responsáveis indirectos deste crime, que são os vizinhos que sabiam das atrocidades, o Ministério Público que não actuou em tempo útil e, principalmente, a CPCJ e o Estado.

No que concerne aos vizinhos, a ausência de apoio à pequena Jéssica é demonstrativo da desumanização que estão a impor às sociedades mundiais.

No caso do MP, não vou tecer mais comentários, porque teria de ser muito desagradável com quem tem obrigação de proteger os cidadãos dos criminosos.

Relativamente ao Estado, este é responsável pela morte da menina porque defende uma legislação amiga dos criminosos e não se preocupa em resolver casos deste género.

Todavia, se os pais estivessem sinalizados por terem defendido um filho por este não querer usar máscara na escola quando o Governo ilegalmente decretou como obrigatório ou se proibissem o filho menor de ter relações sexuais com alguém também menor de idade, mas do mesmo sexo, cairia o “Carmo e a Trindade”, como temos visto acontecer demasiadas vezes nestes últimos anos.

Quanto à criminosa actuação da CPCJ, esta é a entidade que retira ou ameaça retirar filhos saudáveis, com bom aproveitamento escolar e que são bem tratados, aos pais que não aceitam que a ideologia de género seja praticada dentro da sua casa e na escola, mas já olha para o lado ou as técnicas dizem que escreveram dezenas de relatórios quando estamos a falar de crianças maltratadas e violentadas, que acabam mortas.

Não nos podemos esquecer que relativamente à CPCJ, estamos a falar de uma organização que, na sua grande maioria, está repleta de “boys” dos partidos que governam os municípios, sem grandes qualificações ou dedicação a um trabalho que é de enorme importância para a sociedade.

Já aqui escrevi e volto a repetir: as penas de prisão para crimes de homicídio simples ou qualificado, violação e outros crimes hediondos têm de ser elevadas no seu mínimo e no seu máximo, sem qualquer possibilidade de liberdade condicional ou precária antes de serem cumpridos, pelo menos, 20 anos de prisão, e os juízes têm de deixar de enterrar a cabeça nos livros e perceber que para haver justiça têm de existir penas realmente punitivas e dissuasoras, o que nunca irá acontecer enquanto criminosos, como esta família de raptores e assassinos cruéis possa passear livremente daqui a poucos anos, recorrendo ao instrumento da Liberdade Condicional.

Para as vítimas como a Valentina e a Jéssica a justiça tarda em aparecer… Para os criminosos, Portugal continua a ser um paraíso.

Por último, como todos nós bem sabemos, existe um partido em Portugal que é bem conhecido pelas suas ligações à pedófilia e que governa a maioria dos municípios do país e, por isso mesmo, é quem manda na CPCJ, pelo que, salvar crianças não está, com certeza absoluta, no seu ADN.

Portanto, a doença nacional não é o cepticismo, é mesmo a falta de justiça que não permite prender banqueiros e políticos corruptos, ladrões que são libertados após serem apanhados a roubar vezes seguidas, pedófilos que se passeiam pela Assembleia da República e por instituições no estrangeiro pagos pelos contribuintes portugueses e, principalmente, quem agride selvaticamente crianças antes delas morrerem.


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